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O desempenho das viaturas de combate a incêndio

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NBR 14096 de 04/2016: as condições mínimas exigíveis para o projeto, fabricação, desempenho e ensaio de viaturas de combate a incêndio

A NBR 14096 de 04/2016 – Viaturas de combate a incêndio — Requisitos de desempenho, fabricação e métodos de ensaio estabelece as condições mínimas exigíveis para o projeto, fabricação, desempenho e ensaio de viaturas de combate a incêndio. Aplica-se a viaturas novas para combate a incêndio urbano, com ou sem bombeamento e apoio às operações associadas aos Corpos de Bombeiros públicos e privados. Essas viaturas consistem em veículos equipados ou não com bomba de combate a incêndio, tanque para transporte de água, mangueiras, materiais e equipamentos. Os veículos ainda podem ser equipados com um implemento elevatório, com ou sem torre de água.

Esta norma serve também como subsídio para uma especificação técnica de aquisição e recebimento de viaturas de combate a incêndio. Os contratantes podem avaliar suas necessidades individuais e o propósito de uso da viatura, usando os requisitos básicos desta norma para elaborar uma especificação completa e atender às condições operacionais locais. Não se aplica aos veículos para atendimento a emergências médicas e resgate, os quais estão compreendidos na NBR 14561.

Os requisitos obrigatórios em todas viaturas estão descritos: Seção 1 – Escopo; Seção 2 – Referências normativas; Seção 3 – Termos e definições; Seção 4 – Requisitos gerais; Seção 12 – Chassi e componentes veiculares; Seção 13 – Sistemas elétricos de baixa tensão e dispositivos de advertência; Seção 14 – Cabina do motorista e da tripulação; Seção 15 – Carroçaria, compartimentos e fixação de equipamentos.

Adicionalmente aos requisitos estabelecidos nas Seções previstas nesta norma, também se aplicam os seguintes: viaturas autobomba – devem atender à Seção 5; viaturas para intervenção inicial – devem atender à Seção 6; viaturas autotanques para transporte e suprimento de água – devem atender à Seção 7; viaturas equipadas com implemento elevatório – devem atender à Seção 8; viaturas de uso múltiplo – devem atender à Seção 9; viaturas para serviços especiais – devem atender à Seção 10; viaturas proporcionadoras de espuma – devem atender à Seção 11.

As unidades de medida usadas nesta norma seguem os padrões do sistema métrico conhecidos como sistema internacional de unidades. Visando facilitar o relacionamento com medidas estrangeiras, fornecemos na tabela abaixo os valores de conversão para as unidades mais utilizadas.

A tabela abaixo mostra a aplicação de cada seção para cada tipo de viatura de combate a incêndio, conforme descrito em 4.2.1. Adicionalmente aos tipos de viaturas de combate a incêndio descritos em 4.2.1, outros tipos de veículos são permitidos, combinando-se os requisitos dos componentes que serão usados nas viaturas, conforme definido em 4.5 com os requisitos listados nesta norma.

 

É responsabilidade do contratante especificar os seguintes detalhes da viatura: seu desempenho requerido, incluindo quando a viatura for destinada a operar em altitudes acima de 600 m ou em inclinações maiores que 6%; o número máximo de bombeiros que será transportado na viatura; especificar os equipamentos consumidores de carga elétrica que farão parte da viatura, conforme definido em 13.3.3; mangueiras, escadas ou equipamentos a serem transportados na viatura que excedam o mínimo requerido nesta norma; utilização de reboques e semirreboques destinados a transportar equipamentos reservados a salvamento e resgate, sejam nas configurações tipo I, II ou III.

Após a aceitação da viatura, o contratante deve fornecer o treinamento e reciclagem do seu pessoal de forma a prover a operação com segurança da viatura e seus componentes. O contratado deve entregar junto com a viatura uma descrição detalhada do veículo e do implemento, uma lista dos equipamentos que serão fornecidos e outros detalhes de construção e desempenho que a viatura deve atender.

A descrição detalhada da viatura deve incluir, porém não se limitar, o peso estimado, distância entre eixos, raio de giro, dimensões principais, ângulo de entrada, ângulo de saída, ângulo de transposição (lombada), ângulo de tombamento, transmissão e sua relação, carga por eixo e, se aplicável, a capacidade nominal do implemento elevatório. A descrição detalhada fornecida pelo contratado deve incluir uma declaração específica descrevendo cada item da viatura entregue, que não atenda integralmente os requisitos desta norma.

O propósito das especificações do contratante é definir o que o contratado deve fornecer e entregar ao contratante. A responsabilidade pela viatura e seus componentes deve permanecer com o contratado até sua aceitação pelo contratante.

Na entrega inicial da viatura de combate a incêndio, o contratado deve disponibilizar, no mínimo, um representante qualificado para ministrar aos representantes do contratante toda instrução inicial necessária quanto à operação, cuidados e manutenção da viatura e equipamentos fornecidos conforme definido nas NFPA 1002 e NFPA 1500, ou norma ABNT ou ISO equivalente, quando houver.

Todos os componentes devem ser instalados de acordo com as instruções de instalação dos respectivos fabricantes. Se a viatura for equipada com bomba de combate a incêndio, esta e seus acessórios devem estar de acordo com a Seção 16. Se a viatura estiver equipada com bomba auxiliar de combate a incêndio, esta e seus acessórios devem estar de acordo com a Seção 17.

Se a viatura estiver equipada com tanque para transporte de água, este e seus acessórios devem estar de acordo com a Seção 18. Se a viatura estiver equipada com implementos elevatórios (escada, plataforma ou torre d’água), estes e seus acessórios devem estar de acordo com a Seção 19. Se a viatura estiver equipada com sistema proporcionador de espuma, este e seus acessórios devem estar de acordo com a Seção 20.

Se a viatura estiver equipada com sistema proporcionador de espuma por ar comprimido, este e seus acessórios devem estar de acordo com a Seção 21. Se a viatura estiver equipada com sistema elétrico por gerador, este e seus acessórios devem estar de acordo com a Seção 22. Se a viatura estiver equipada com um sistema de comando e comunicações, este e seus acessórios devem estar de acordo a Seção 23. Se a viatura estiver equipada com sistema de ar respirável, este e seus acessórios devem estar de acordo com a Seção 24.

Se a viatura estiver equipada com sistema de guincho, este e seus acessórios devem estar de acordo com a Seção 25. Se em alguma subseção desta norma for requerida a certificação por organismo de certificação para um produto, material, equipamento, componente ou serviço, o organismo de certificação deve proceder de acordo com o descrito em 4.7.1 a 4.7.8. Os organismos de inspeção e ensaio devem possuir reconhecida idoneidade. O organismo de certificação não pode ser propriedade ou controlada por fabricantes ou fornecedores dos produtos objetos do ensaio.

A organização certificadora deve ter como objetivo principal o trabalho de certificação e não pode ter interesses financeiros sobre a lucratividade dos produtos. A organização certificadora deve testemunhar todos os ensaios e deve recusar-se a certificar o resultado de qualquer ensaio de um sistema se todos componentes deste sistema não tiverem passado nos ensaios requeridos nesta norma.

Não pode haver certificação parcial, temporária ou condicional para o resultado dos ensaios. O organismo ou pessoa responsável pela certificação ou declaração de conformidade deve providenciar e utilizar formulários ou folhas de dados apropriadas durante os ensaios. O organismo ou pessoa responsável pela certificação ou declaração de conformidade deve estabelecer programas para treinamento, exame de qualificação e verificação de desempenho para qualquer pessoa envolvida com a certificação.

Os procedimentos operacionais da organização certificadora ou pessoa responsável pela declaração de conformidade devem proporcionar um mecanismo para que o fabricante possa apelar das decisões. Estes procedimentos devem prever a apresentação da forma de apelação a um colegiado. Se em alguma subseção desta norma for requerida uma declaração de conformidade, conforme definido em 3.51, para um produto, material, equipamento, componente ou serviço, o fabricante deve proceder de acordo com o descrito em 4.8.1 a 4.8.7.

Um representante do fabricante deve testemunhar todos os ensaios e deve considerar não conformes os ensaios de um sistema se um componente deste sistema não for aprovado nos ensaios requeridos por esta norma. Não pode haver declaração de conformidade parcial, temporária ou condicional para o resultado dos ensaios. O fabricante deve possuir a estrutura e os equipamentos necessários para conduzir os ensaios requeridos, assim como um programa de calibração de todos os instrumentos e procedimentos para assegurar a confiabilidade dos ensaios.

O fabricante deve providenciar e utilizar formulários ou folhas de dados apropriadas durante os ensaios. O fabricante deve estabelecer programas para treinamento, exame de qualificação e verificação de desempenho para qualquer pessoa envolvida com a declaração de conformidade. Uma pessoa com poderes específicos da empresa que fabrica ou instala o produto deve designar por escrito quem está qualificado para testemunhar e autocertificar os resultados.

A documentação e a declaração de conformidade devem ser entregues com a viatura, incluindo os resultados dos ensaios realizados. Para a prevenção de riscos pessoais em operação normal (não de manutenção), todo componente de alta temperatura, móvel ou rotativo existente na viatura deve possuir escudo ou outra proteção adequada. Deve ser previsto e instalado, onde necessário, uma isolação elétrica que previna choques elétricos provenientes do sistema elétrico embarcado.

Não é permitida a existência de cantos afiados ou peças protuberantes pontiagudas, que possam causar ferimentos ao pessoal de manutenção ou operação. Os sinais de prevenção, advertência e perigo relativos à segurança devem atender aos requisitos da legislação específica do país onde a viatura irá operar. Deve ser providenciada a iluminação para os controles, interruptores, placas de instrução, manômetros e instrumentos necessários para a operação da viatura e dos equipamentos nela contidos.

Se a iluminação for externa, deve possuir no mínimo 5 lux, medidos na face do instrumento. Se a iluminação for interna, deve possuir no mínimo 10 lux, medidos na face do instrumento. Todas as etiquetas, placas ou marcadores devem ser de natureza permanente e fixadas de forma segura, de acordo com o descrito em 4.9.4. As placas, sinais, etiquetas ou marcadores devem ser resistentes a danos em temperaturas de 35°C negativos a 80°C, exposição a lubrificantes, combustível, água, fluido hidráulico ou outros fluidos utilizados na viatura.

As etiquetas montadas no lado externo e que se referem à segurança ou instruções críticas de operação devem ser refletivas ou iluminadas de acordo com o descrito em 4.10.1. Nenhum instrumento ou visor deve estar montado em altura superior a 2 000 mm acima do nível onde o operador se coloca para sua leitura. O ponto central ou linha de centro de qualquer controle não pode estar localizado acima de 1.800 mm do solo ou da posição do operador.

A viatura deve atender aos critérios definidos ou estar equipada com um sistema de controle de estabilidade. A viatura deve atender ao critério definido em um dos seguintes requisitos: a viatura deve permanecer estável até 26,5° em ambas as direções, quando ensaiada em uma mesa basculante de acordo com a SAE J 2180, ou norma ABNT ou ISO equivalente quando houver; o centro de gravidade (CG) calculado ou medido deve estar em uma altura de até 80 % da largura da bitola do eixo traseiro.

A viatura utilizada como exemplo deve ser considerada substancialmente similar, se possuir um chassi com o centro de gravidade (CG) em altura igual ou superior, com a bitola do eixo traseiro igual ou menor, um tanque para transporte de água igual ou de maior capacidade, com altura de CG idem, o mesmo tipo de suspensão dianteira e traseira e o mesmo tipo e dimensões do dispositivo aéreo, quando houver.

Com o propósito de atender a 4.13.1.1 a viatura deve ser carregada com combustível, agentes extintores, mangueiras e escadas, um peso de 112 kg em cada assento e o peso equivalente a equipamentos variados. Se a viatura for projetada para transportar uma grande quantidade de equipamentos e de mangueiras de grande diâmetro ou quantidades adicionais de escadas móveis, essas grandes cargas devem ser incluídas nos ensaios, cálculos e medições.

O peso adicional sobre a viatura, com o propósito de ensaio, cálculos ou medições, deve ser distribuído de forma aproximada ao uso típico em serviço, mas sem exceder à capacidade nominal de cada compartimento, conforme informado pelo fabricante. Se a viatura for equipada com um sistema de controle de estabilidade, este sistema deve ter no mínimo um sensor de posição do volante, um sensor de giro do veículo, um acelerômetro lateral e controles individuais dos freios das rodas.

Quando a viatura estiver carregada com peso bruto total em ordem de marcha (PBTOM), a distribuição de peso entre as cargas no (s) eixo (s) dianteiro (s) e traseiro (s) do veículo deve estar dentro dos limites estabelecidos pelo fabricante do chassi. A carga sobre o (s) eixo (s) dianteiro (s) não pode ser inferior à carga mínima estabelecida pelo fabricante do chassi para esse eixo, na condição de PBTOM e/ou qualquer outra condição de carga estabelecida pelo contratante.

O fabricante da viatura deve calcular a distribuição de carga exercida pelo implemento e deve entregar junto com a viatura o plano de distribuição de cargas. O fabricante deve projetar a viatura de forma a atender as cargas brutas por eixo, o PBTOM e a distribuição balanceada das cargas estabelecidas pelo fabricante do chassi. A viatura quando carregada com seu PBTOM estimado não pode apresentar variação de carga sobre os pneus de um lado em relação ao outro maior que 7 % da carga total para aquele eixo.

Para cada pneu deve haver um indicador visual ou sistema monitorado que indique a sua pressão. A viatura em seu PBTOM deve atender a todos os requisitos estabelecidos nesta norma, nas condições de elevação de 600 m acima do nível do mar. A viatura em seu PBTOM deve atender a todos os requisitos de desempenho estabelecidos nesta norma, estacionado em rampa de 6% em qualquer direção.

A viatura deve ser projetada de forma que toda a manutenção rotineira (manutenção de primeiro escalão) recomendada pelo fabricante do chassi e pelo implementador como, lubrificação, verificação de óleos lubrificantes e fluidos, seja realizada pelo operador sem levantamento da cabina, nos casos de cabina basculante, e sem a necessidade de uso de ferramentas manuais. Quando for especificado o uso de ferramentas manuais para manutenção rotineira em qualquer componente da viatura, estas ferramentas devem ser fornecidas pelo contratado junto com a viatura.

Os componentes da viatura que interfiram no reparo ou necessitem ser removidos para acesso à manutenção devem estar fixados por parafusos ou por fixadores móveis de forma que sua remoção e instalação sejam realizadas com ferramentas universais. Estes componentes não podem ser soldados ou fixados permanentemente de outra forma. Os ensaios em pista devem ser conduzidos de acordo com esta Seção com o objetivo de avaliar se a viatura é capaz de atender à subseção 4.15.

Os ensaios devem ser realizados em local apropriado e de forma a não violar as leis de trânsito locais, municipais estaduais ou federais. Os ensaios devem ser realizados em pista pavimentada, seca, em nível e em boas condições. Se o veículo estiver equipado com sistema de frenagem auxiliar, o fabricante da viatura deve ensaiar o sistema em pista para confirmar que este sistema está funcionando conforme especificado por seu fabricante, de acordo com a Resolução Contran vigente sobre o assunto e com a NBR 10966-2.

Se o veículo estiver equipado com um sistema de freio pneumático, os freios de serviços devem trazer a viatura totalmente carregada com seu PBTOM até a parada total, desde uma velocidade inicial de 32 km/h em uma distância máxima de 10,5 m, medidos em pista pavimentada, em nível, seca, livre de materiais soltos, óleo ou graxa, de acordo com a NBR 10966-3. Se o veículo estiver equipado com um sistema de freios hidráulicos, os freios de serviço devem trazer a viatura totalmente carregada com seu PBTOM, a uma parada total a partir de uma velocidade inicial de 48 km/h em uma distância máxima de 27 m, medidos em pista pavimentada, em nível, seca, livre de materiais soltos, óleo ou graxa, de acordo com a NBR 10966-4.

Se forem requeridos ensaios de aceitação no local de entrega, o contratante deve especificar os detalhes dos ensaios a serem realizados. Estes ensaios não podem requerer que o veículo ou qualquer componente opere além dos limites operacionais de projeto. Os ensaios de estabilidade em implementos elevatórios só devem ser realizados dentro das instalações do fabricante ou em outra instalação sob a responsabilidade do fabricante da viatura.

Qualquer documentação fornecida com a viatura deve ser nos formatos: impresso em forma original, eletrônico, áudio visual ou uma combinação destes, no idioma do usuário final. O contratado deve fornecer no momento da entrega no mínimo dois originais, um impresso e um em mídia eletrônica, dos documentos descritos nessa norma.

O registro de construção detalhada da viatura, fornecido pelo fabricante, deve incluir as seguintes informações: nome e endereço do proprietário; nome do fabricante da viatura, modelo e número de série; fabricante do chassi, modelo e número de série; peso bruto nos eixos dianteiro e traseiro e PBT; dimensões dos pneus dianteiros e capacidade nominal em kg; dimensões dos pneus traseiros e capacidade nominal em kg; distribuição de peso sobre o chassi em kg, com os equipamentos de combate a incêndio montados e tanque de água abastecido em sua capacidade total PBTOM; marca do motor, modelo, número de série, potência nominal a dada velocidade (rotação) e velocidade governada com carga e quando existir marca da tomada de força, modelo e relação de multiplicação; tipo de combustível e capacidade do tanque de combustível; tensão do sistema elétrico e capacidade do alternador em ampères; marca da bateria, modelo e capacidade de partida a frio em ampères; marca da transmissão do chassi, modelo e número de série e, se for equipado com tomada de força (PTO), sua marca, modelo e relação de multiplicação; relações das árvores de acionamento; máxima velocidade governada em pista; marca da bomba de combate a incêndio, modelo, vazão nominal em lpm e número de série; marca da transmissão da bomba, modelo e número de série e relação de multiplicação; marca da bomba auxiliar, modelo, número de série e vazão nominal em lpm, quando houver; capacidade aferida do tanque para transporte de água em litros; tipo do implemento elevatório, altura vertical nominal em metros, distância de alcance horizontal nominal em metros e sua capacidade de carga em quilogramas, quando houver; marca da tinta empregada e sua codificação do fabricante da tinta e seu correspondente em conformidade com o código Munsell de cores; nome do contratado e assinatura de seu representante legal; documento de pesagem obtido em balança aferida e certificada em conformidade com a norma específica e vigente, mostrando o carregamento no eixo (s) dianteiro (s), eixo (s) traseiro (s) e pesagem total da viatura com o tanque para transporte de água totalmente abastecido, mas sem tripulação, equipamentos e mangueiras.

FONTE: Equipe Target

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