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Programa Nanotecnologia do Avesso completa dez anos e Fundacentro é parceira

Programa tem contribuído para levar informação científica para a sociedade

Criado em 2009 pela Rede de Pesquisa em Nanotecnologia, Sociedade e Meio Ambiente (Renanosoma) e pela Fundacentro, o programa Nanotecnologia do Avesso completa uma década de atuação no País, no próximo dia 12 de janeiro.

Para comemorar os “10 anos do Programa Nanotecnologia do Avesso: Cada Um Por Todos”, será realizado um encontro em São Paulo, com profissionais do Brasil e do exterior que, juntos,  vão debater as experiências e contribuições obtidas ao longo desse tempo.

A ideia de criar um programa para falar sobre nanotecnologia nasceu da percepção do pesquisador Paulo Martins, que entendia ser necessário levar informações à sociedade em geral que, antes, circulavam somente em âmbito acadêmico.

“O programa, além de ter contribuído em uma longa trajetória de informações e discussões ao público leigo, gerou um banco de dados único no Brasil sobre o processo de desenvolvimento das nanotecnologias no País e no exterior”, conta Martins, que teve como primeira entrevistada a pesquisadora da Fundacentro, Arline Sydneia Abel Arcuri.

Produções de destaque

Parceira da Renanosoma e do Programa Nanotecnologia do Avesso, a Fundacentro, instituição vinculada ao governo federal, vem contribuindo com estudos, medidas de prevenção, palestras e trabalhos científicos, que reforçam a necessidade de implementação de politicas públicas, capazes de minimizar os riscos aos trabalhadores relacionados ao uso da nanotecnologia.

Entre as produções estão as histórias em quadrinhos e a Nota Técnica nº 01/2018 sobre nanotecnologia, bem como a realização do 15º Seminanosoma – o último realizado em novembro de 2018.

Nesses dez anos, profissionais de diferentes áreas do conhecimento participaram do Programa, abordando conteúdos que dão importância ao tema “Engajamento público em nanotecnologia, ciência e democracia”.

“Fomos capazes de articular a contribuição de várias pessoas e agora precisamos renovar nossas energias para continuar nosso trabalho por mais 10 anos”, reforça Martins.

Distanciamento

Na visão do coordenador, no entanto, ainda existe uma grande distância entre a socialização de informações entre quem de fato paga pelas pesquisas e quem, de fato, as recebe.

“A nanotecnologia no Brasil está mal posta. Isso porque no processo de desenvolvimento dessas tecnologias, no século 21, só participaram os membros da academia, membros da academia em postos governamentais, excluindo-se outros atores sociais do processo de participação”, aponta Martins.

Divulgação nas plataformas virtuais

A divulgação do Programa Nanotecnologia do Avesso vem se consolidando a cada dia em diferentes mídias. Além do portal institucional da Fundacentro, com matérias publicadas pela assessoria de Comunicação Social, ele atinge um público de mais de 80 mil usuários cadastrados na mala direta da instituição, que recebem informações no “Noticias da Semana”, boletim elaborado pela área de comunicação da Fundacentro.

No Youtube, os usuários podem interagir por meio de perguntas e receber informações sobre temas voltados à nanotecnologia e agricultura; nanopartículas para tratar picadas de cobra; contribuição da nanotecnologia no combate ao Mal de Alzheimer; monitoramento biológico dos trabalhadores expostos a nanomateriais engenheirados; nanotecidos; músculos artificiais; quantificação e exposição de nanomateriais engenheirados e seus impactos à saúde humana e ambiental; entre outros assuntos.

Saiba mais

Quer saber mais sobre nanotecnologia e seus impactos na saúde dos trabalhadores? No subsite “Nanotecnologia” da Fundacentro, o usuário poderá acessar todas as atividades realizadas pela instituição, publicações, materiais para estudo, cursos e entidades parceiras.

Vinculada ao governo federal, a Fundacentro tem como foco “a produção e difusão de conhecimentos que contribuam para a promoção da segurança e saúde dos trabalhadores e das trabalhadoras, visando ao desenvolvimento sustentável, com crescimento econômico, equidade social e proteção do meio ambiente”.

Para mais informações, acesse www.fundacentro.gov.br e www.nanotecnologiadoavesso.org. Clique também no canal Nano WebTv no Youtube.

Fonte: Fundacentro

Criado em 2009 pela Rede de Pesquisa em Nanotecnologia, Sociedade e Meio Ambiente (Renanosoma) e pela Fundacentro, o programa Nanotecnologia do Avesso completa uma década de atuação no País, no próximo dia 12 de janeiro.

Para comemorar os “10 anos do Programa Nanotecnologia do Avesso: Cada Um Por Todos”, será realizado um encontro em São Paulo, com profissionais do Brasil e do exterior que, juntos,  vão debater as experiências e contribuições obtidas ao longo desse tempo.

A ideia de criar um programa para falar sobre nanotecnologia nasceu da percepção do pesquisador Paulo Martins, que entendia ser necessário levar informações à sociedade em geral que, antes, circulavam somente em âmbito acadêmico.

“O programa, além de ter contribuído em uma longa trajetória de informações e discussões ao público leigo, gerou um banco de dados único no Brasil sobre o processo de desenvolvimento das nanotecnologias no País e no exterior”, conta Martins, que teve como primeira entrevistada a pesquisadora da Fundacentro, Arline Sydneia Abel Arcuri.

Produções de destaque

Parceira da Renanosoma e do Programa Nanotecnologia do Avesso, a Fundacentro, instituição vinculada ao governo federal, vem contribuindo com estudos, medidas de prevenção, palestras e trabalhos científicos, que reforçam a necessidade de implementação de politicas públicas, capazes de minimizar os riscos aos trabalhadores relacionados ao uso da nanotecnologia.

Entre as produções estão as histórias em quadrinhos e a Nota Técnica nº 01/2018 sobre nanotecnologia, bem como a realização do 15º Seminanosoma – o último realizado em novembro de 2018.

Nesses dez anos, profissionais de diferentes áreas do conhecimento participaram do Programa, abordando conteúdos que dão importância ao tema “Engajamento público em nanotecnologia, ciência e democracia”.

“Fomos capazes de articular a contribuição de várias pessoas e agora precisamos renovar nossas energias para continuar nosso trabalho por mais 10 anos”, reforça Martins.

Distanciamento

Na visão do coordenador, no entanto, ainda existe uma grande distância entre a socialização de informações entre quem de fato paga pelas pesquisas e quem, de fato, as recebe.

“A nanotecnologia no Brasil está mal posta. Isso porque no processo de desenvolvimento dessas tecnologias, no século 21, só participaram os membros da academia, membros da academia em postos governamentais, excluindo-se outros atores sociais do processo de participação”, aponta Martins.

Divulgação nas plataformas virtuais

A divulgação do Programa Nanotecnologia do Avesso vem se consolidando a cada dia em diferentes mídias. Além do portal institucional da Fundacentro, com matérias publicadas pela assessoria de Comunicação Social, ele atinge um público de mais de 80 mil usuários cadastrados na mala direta da instituição, que recebem informações no “Noticias da Semana”, boletim elaborado pela área de comunicação da Fundacentro.

No Youtube, os usuários podem interagir por meio de perguntas e receber informações sobre temas voltados à nanotecnologia e agricultura; nanopartículas para tratar picadas de cobra; contribuição da nanotecnologia no combate ao Mal de Alzheimer; monitoramento biológico dos trabalhadores expostos a nanomateriais engenheirados; nanotecidos; músculos artificiais; quantificação e exposição de nanomateriais engenheirados e seus impactos à saúde humana e ambiental; entre outros assuntos.

Saiba mais

Quer saber mais sobre nanotecnologia e seus impactos na saúde dos trabalhadores? No subsite “Nanotecnologia” da Fundacentro, o usuário poderá acessar todas as atividades realizadas pela instituição, publicações, materiais para estudo, cursos e entidades parceiras.

Vinculada ao governo federal, a Fundacentro tem como foco “a produção e difusão de conhecimentos que contribuam para a promoção da segurança e saúde dos trabalhadores e das trabalhadoras, visando ao desenvolvimento sustentável, com crescimento econômico, equidade social e proteção do meio ambiente”.

Para mais informações, acesse www.fundacentro.gov.br e www.nanotecnologiadoavesso.org. Clique também no canal Nano WebTv no Youtube.

Fonte: Fundacentro

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