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Vamos elevar o poder do profissional de segurança do trabalho

Por Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

A cada época, surgem profissões que ficam em alta no mercado, seja por uma demanda da tecnologia ou necessidade da sociedade. Não sei se o profissional de segurança do trabalho já recebe esse status de proeminência, mas uma coisa é fato: a legislação trabalhista que estabelece medidas de prevenção contra doenças e acidentes de trabalho abre um amplo espaço para o profissional de segurança.

As empresas não podem abster-se de implantar setores, como é o caso do Serviço de Engenharia e Medicina do Trabalho (SESMT), para a gestão de risco, que tem como objetivo a redução das doenças e acidentes ocupacionais. Portanto, a tendência é que as portas estejam cada vez mais abertas para o profissional de Segurança no Trabalho. A norma regulamentadora 4 (NR4), que regulamenta o SESMT, o dimensiona com base no grau de risco da atividade principal e no número de funcionários no estabelecimento da empresa. A NR 4 dita os requisitos para que as empresas gerenciem os cuidados e atenção a todas as eventuais possibilidades de riscos no ambiente laboral, até porque estas sofrem sanções financeiras e até penais quando há elevado número de acidentes em suas instalações.

Como já é sabido, o Brasil é o 4º maior no ranking de acidentes de trabalho, o que, obviamente, demanda formação em Segurança no Trabalho. Ou seja, um profissional que atua diretamente na redução de acidentes de trabalho, auxiliando em treinamentos de capacitação e prevenção, processos de conscientização e educação a todos os temas relacionados aos riscos laborais, precisa mesmo estar em alta no mercado de trabalho.

 

www.segurancaocupacionales.com.br

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