Mercado e tecnologiaSegurança patrimonial e eletrônica

Avanço da Tecnologia da Informação e Comunicação faz empresas de segurança eletrônica reformularem modelos de negócio

Tecvoz é exemplo de empresa que incluiu novos produtos e serviços em seu portfólio com tecnologias de informação

O avanço da tecnologia nos últimos anos permitiu que as fronteiras entre vários setores diminuíssem, facilitando o desenvolvimento de soluções que envolvem diferentes áreas de conhecimento. É o que acontece com o mercado de monitoramento de vídeo. As empresas estão adotando conceitos de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) em seus projetos.

Grandes corporações tradicionais da área de telecomunicações começam a entrar no segmento de vigilância ao desenvolverem produtos inspirados em Inteligência Artificial e Computação em Nuvem. Câmeras inteligentes que conseguem detectar movimento são exemplos dessa inovação.

Levantamento da consultoria IHS Market mostra que a receita global de armazenamento, elemento-chave da infraestrutura de TIC, para as câmeras de monitoramento deve movimentar US$ 13 bilhões em 2021, com um crescimento médio anual de 17%. Expressões como VSaaS (vigilância de vídeo como serviço) já são uma realidade no setor.

“Hoje, um projeto de segurança eletrônica vai muito além da gravação de imagens. É necessário facilitar a manutenção e armazenamento, permitir a visualização em tempo e otimizar a consulta por parte do usuário. O mercado mudou no mesmo ritmo da tecnologia”, explica Flávio Losanogerente de marketing da Tecvoz.

A empresa nasceu em 1999 e iniciou suas operações no mercado de CFTV (Circuito Fechado de TV) em 2002. É especialista no desenvolvimento de sistemas e produtos com foco no monitoramento e segurança eletrônica e incluiu novos serviços em seu portfólio graças às tecnologias de informação e comunicação.

Um exemplo é a Tecvoz Nuvem, uma solução de câmeras inteligentes que utilizam cloud computing. As imagens ficam armazenadas digitalmente e podem ser conferidas em tempo real pelo usuário. Além disso, os planos são bem personalizados e envolvem desde um dia de utilização a um ano completo. Essa área deve ser responsável por 25% do aumento do faturamento da companhia em 2018.

Além disso, permitiu a criação do projeto Vigilância Solidária, que protege os moradores ao permitir a integração de diferentes câmeras em um mesmo bairro ou região, possibilitando que as imagens sejam acessadas por qualquer dispositivo conectado à Internet. Essa solução atua no modelo de franquias, em que o interessado vende o serviço à comunidade.

“É inegável a mudança que o setor de câmeras de monitoramento passou nos últimos anos. As empresas precisam estar atentas à movimentação do mercado e, principalmente, identificar produtos e serviços que realmente melhorem a vida da população”, conclui Flávio.

 Sobre a Tecvoz:

Desde 2002 a Tecvoz Eletrônicos Ltda. atua com segurança digital e Circuito Fechado de TV (CFTV). Referência nacional no mercado de armazenamento, transmissão e captura de imagens e voz, a empresa desenvolve soluções em segurança para todas as verticais por meio de câmeras, gravadores, acessórios e softwares. Com presença em diversos setores, a Tecvoz também aposta no uso da tecnologia de ponta que possibilita o acesso às gravações e imagens através de dispositivos móveis (Tecvoz Nuvem). A companhia começou a atuar com o modelo de franquias desde maio de 2017, com o projeto Vigilância Solidária, que tem como base o monitoramento e compartilhado de informações entre vizinhos em prol da segurança residencial em tempo real. Conheça mais em: www.tecvoz.com.br

O comércio no ambiente digital já é uma realidade em todo o mundo. Itens como roupas, livros e eletrônicos já são vendidos e adquiridos na web. Aos poucos, setores mais tradicionais também ganham espaço na Internet. O mercado automotivo, por exemplo, vê a expansão de plataformas que auxiliam a compra e venda de veículos.

Uma pesquisa conduzida pela Market Research Future, o mercado online da indústria automotiva deve ter um crescimento médio anual de 6% entre 2018 e 2023. Além disso, pesquisa da Beepi mostra que 54% das pessoas adorariam vender ou comprar automóveis no conforto de suas casas.

Esse cenário positivo faz emergir uma onda de startups que desenvolvem tecnologias para fazer essa intermediação entre os donos de automóveis e os lojistas e concessionárias que podem ter interesse nos carros. CarPrice (Rússia), SellAnyCar (Emirados Árabes Unidos) e Cars24 (Índia) são alguns exemplos mais conhecidos.

“Os classificados não conseguem resolver o problema, pois o processo é demorado e inseguro. Por outro lado, a forma de gestão dos lojistas hoje é muito antiquada e essa solução traz tecnologia e inovação para melhorar a administração do negócio e aumentar os lucros”, comenta Luca Cafici, CEO e Fundador da Instacarro.

A empresa é uma das principais representantes deste segmento no país. Ela é responsável por viabilizar negócios rápidos, seguros, transparentes e com os melhores preços de lojas e concessionárias para quem quer vender o carro. A plataforma faz a intermediação do veículo a mais de 1500 revendedores e, por meio de um leilão, o objetivo é entregar uma oferta vantajosa à pessoa em até 90 minutos.

É um modelo de negócio similar em todo o mundo: o usuário entra em contato para vender seu carro, faz todas as obrigações legais (como a vistoria no Brasil) e, posteriormente, a plataforma retorna com os melhores preços de seus lojistas cadastrados. A última palavra sobre a venda do automóvel é de seu proprietário.

Para continuar crescendo nos próximos anos, essas startups seguem investindo em tecnologia e, principalmente, na experiência dos usuários (seja lojista ou consumidor final). A meta é justamente otimizar cada vez mais o processo para aumentar as vendas online no setor automotivo.

“Nós queremos que o lojista possa realizar toda a gestão do seu negócio em nossa plataforma. Queremos que ele engaje com nossa solução”, conclui Cafici.

Fn | NB Press,.

 

http://jornaldiadia.com.br/2016/?p=525244

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