Emily SobralPAT

Softwares ideais ao gerenciamento de SST, porque o eSocial já está aí

Por Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Entregar as obrigações fiscais, trabalhistas e previdenciárias é básico para a sobrevivência de uma empresa no Brasil. O cumprimento dos itens relacionados à saúde e segurança do trabalho também faz parte desse pacote. Agora, com o eSocial instituído não tem choro nem vela. Todo empresário precisa enviar os dados, mensalmente, via internet e pelo sistema do Governo, para não vir a sofrer sanções por parte dos auditores fiscais. A vida do setor produtivo não é fácil no Brasil. Mas, antes de enviar essas informações, o gestor de SST, por exemplo, precisa ‘administrar’ muito bem as medidas de prevenção previstas nas normas regulamentadoras do extinto Ministério do Trabalho.

Internamente, a empresa precisa já utilizar um bom software para registrar todas as ações e obrigações com a área de segurança do trabalho. Posso ajudar, dando algumas dicas sobre quais são os melhores softwares para a gestão de SST, e o que eles não podem deixar de levantar, porque os itens são indispensáveis na hora de enviá-los pelo eSocial. Afinal, no gerenciamento de segurança ocupacional, muitos sistemas são importantes porque ajudam o profissional a não errar.

Então, vamos lá! Há entre os profissionais de segurança ainda muita confusão sobre os laudos referentes à insalubridade, PPRA e LTCAT, que por conterem informações parecidas, devem ser lançadas na planilha do sistema.  Assim, o software deve estar programado para impedir que o profissional lance o laudo de insalubridade, por exemplo, no campo em que não há necessidade. Na tela, pode-se abrir uma janela, informando a legislação. Para impedir erros, o sistema deve indicar sobre os itens de cada programa a ser informado. No caso do lançamento do Certificado de Aprovação (CA) do EPI, especificamente sobre a proteção auditiva, o software precisa orientar sobre o valor de ruído a que o trabalhador está exposto, lançando, simultaneamente, o CA, quanto o dado de NRRsf (taxa de nível de redução do ruído/colocação subjetiva), que aparecerá na tela.

Também é importante que o software apresente os indicadores com gráficos, para facilitar a visualização dos dados. Um sistema que ajuda efetivamente na gestão conta com ferramentas para dados estatísticos. Além disso, precisa ter flexibilidade para quando houver alterações da legislação. Daí, as pessoas que desenvolvem o sistema têm que entender de SST. O software adequado ao setor possibilita a gestão de cronograma de atividades anuais, como inspeções, Sipats, entre outros.

É recomendável ainda que o sistema permita a personalização dos diferentes níveis de acessos para vários perfis de usuário que lidam com segurança do trabalho. Ah, velocidade no processamento é necessário, pois não adianta comprar um que seja lento e pesado. A questão da usabilidade também não pode ser esquecida, já que se não for intuitivo, o usuário não saberá utilizá-lo, com bom suporte e acompanhamento do desenvolvedor. Logicamente, ninguém pode deixar de avaliar que o sistema deve ter uma boa relação custo/benefício.

 

 

 www.segurancaocupacionales.com.br

Artigos Relacionados

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Close