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O que a revolução 4.0 pode agregar à operação logística?

Não é de hoje que vários segmentos da indústria vêm “adotando” o conceito 4.0. O conceito da indústria 4.0 refere-se nada mais que a otimização de toda a cadeia de valor agregado ao longo do ciclo de vida útil de um produto, mediante a aplicação da digitalização e da ligação em rede. O ponto culminante desse desenvolvimento é o produto integrado. Ele incorpora conhecimento, comunicação com as máquinas, ferramentas e pessoas.

O “4.0” passa pela tecnologia, mas também pega carona na capacitação de profissionais, já que todo o maquinário empregado exige conhecimento especializado.

São Paulo, SP,22/02/2019 –

Não é de hoje que vários segmentos da indústria vêm “adotando” o conceito 4.0. Em todos, o grande “pulo do gato” são os recursos tecnológicos que estes setores da economia passaram a adotar no seu dia a dia, seja na produção ou na operação.

Segundo a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), a  expectativa é que, em dez anos, 15% das indústrias atuem no conceito da indústria 4.0, que se dá principalmente pela digitalização e robotização. Hoje, menos de 2% das empresas estão inseridas nesse conceito.

Em termos simples, o conceito da indústria 4.0 refere-se nada mais que a otimização de toda a cadeia de valor agregado ao longo do ciclo de vida útil de um produto, mediante a aplicação da digitalização e da ligação em rede. O ponto culminante desse desenvolvimento é o produto integrado. Ele incorpora conhecimento, comunicação com as máquinas, ferramentas e pessoas.

No segmento de logística, o “4.0” também passa pela tecnologia, mas pega carona na capacitação e no treinamento dos profissionais, já que todo o maquinário empregado requer e exige conhecimento especializado.

“A Logística 4.0 é um conceito que mistura novas tecnologias – Drones, Big Data, Internet das Coisas (IOT), realidade aumentada etc. – com as boas práticas de gestão. Precisamos, sempre, focarmos em quem está na ponta, o paciente”, explica Roberto Vilela, presidente da RV Ímola, empresa especializada no transporte de medicamentos.

Nos dias de hoje, os clientes exigem acesso permanente aos estoques no armazém e estar sempre informados sobre a disponibilidade dos produtos. “Isto significa ter velocidade, precisão, flexibilidade e disponibilidade como fatores decisivos de competitividade”, diz Vilela. Os benefícios, bem, isto também é visível em todos os processos

  • Redução de até 90% da área de armazenamento e, 70% dos trajetos percorridos
  • Eliminação de erros na separação de pedidos
  • Fácil integração com os processos já existentes
  • Interface intuitiva com o painel touch screen

Investimento em novos modelos de armazenagem

Pensar a inovação sempre ligada à qualidade tem feito diferença no momento da armazenagem. A Logimat, máquina da SSI Schaefer, facilita a armazenagem de peças pequenas no qual a economia de espaço, ergonomia, segurança e relação custo-benefício são o foco.

“Investimos R$ 3 milhões para quadruplicarmos o estoque dessas máquinas este ano. Trata-se de um sistema inteligente de armazenamento, que leva mais vantagens ao cliente e poderá ser utilizado como sistema autônomo ou integrado numa aplicação automatizada”, conclui Vilela.

O armazém vertical pode ser comparado a um armário de gavetas de grande porte com duas fileiras de bandejas – uma na frente e outra atrás. Entre as duas fileiras está localizado um elevador, que puxa as bandejas e as transporta individualmente para a posição correta da abertura de acesso, permitindo ao separador realizar a operação de picking com o mais alto nível de precisão.

Website: http://www.rvimola.com.br

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