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Amostragem de agentes químicos precisa ser bem-feita e por quem sabe fazê-la

Por Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Na avaliação de análise de risco, a amostragem de agentes químicos é um procedimento técnico que permite identificar os tipos de substâncias perigosas no ambiente ocupacional. Esse processo deve ser feito com equipamentos precisos e de forma correta. Portanto, o profissional de segurança deve estar qualificado para efetuar o modo de amostragem de agentes químicos.

Ao estimar a exposição dos trabalhadores aos produtos químicos perigosos, pode-se compará-la aos limites de tolerâncias previstos nas normas regulamentadoras de segurança do trabalho. Segundo a NR 9, que discorre sobre o programa de prevenção de riscos ambientais, os agentes de riscos estão na forma de gases, vapores, fumos e neblinas. Portanto, essas substâncias, que podem penetrar no organismo por vias respiratórias ou absorvidas pela pele, devem passar por amostragem.  Há duas formas de fazê-la: ativa e passiva. Na ativa, usa-se uma bomba de amostragem para forçar ativamente a passagem de ar por um tubo. A bomba trabalha em vazões altas ou baixas, entre 0,1 L por minuto até 6 L por minuto, e os filtros para coleta podem ser feitos com diferentes componentes.

Já o método passivo não precisa do movimento de ar levado por bomba para funcionar. Esse amostrador só atua para análise em gases e vapores. Não detalharei o processo de amostragem de substâncias químicas neste texto. No entanto destaco que erros no processo, além de causar perdas de porção de ar, resultam em laudos distorcidos e conclusões irreais.

 

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