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Gestão de segurança do trabalho também requer instrumentos de medição

Por Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Para eliminar ou mesmo reduzir os riscos existentes nos ambientes laborais, a legislação estabelece normas de prevenção contra as doenças e acidentes de trabalho.  Mas para seguir as regras técnicas, na grande maioria das vezes, o profissional de segurança precisa utilizar-se de instrumentos de medição para verificar o nível de contaminantes do local e inserir os dados nos programas, como o PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais), o PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional), o PCA (Programa de Conservação Auditiva) e o PPR (Programa de Proteção Respiratória).

Inicialmente, devem-se conhecer os grupos de riscos ocupacionais, como físicos, que envolvem ruídos, vibrações, radiações, frio, calor, pressões anormais e umidade. Os riscos químicos referem-se à exposição a gases, poeira, vapores e produtos químicos. Há também os riscos biológicos resultantes de vírus, bactérias, protozoários, fungos, parasitas, bacilos ou microrganismos.

Completam o grupo de riscos os de acidentes e os ergonômicos. Para abordar os instrumentos de medição, excluirei esses dois últimos. A depender do setor de atuação da empresa e dos riscos existentes no ambiente, a gestão de SST precisará utilizar aparelhos como o anemômetro, que afere a velocidade do ar e a direção do vento, e serve para trabalhos em áreas abertas. O decibelímetro mede a amplitude de ruído do ambiente. Também o dosímetro checa o nível de ruído, mas como é fixado no corpo do trabalhador, permite uma análise mais acurada. Já o luxímetro avalia a iluminância do local, para saber se a iluminação está adequada de acordo com as normas técnicas. O higrômetro mede a umidade relativa do ar, verificando as condições de lugares fechados e onde pode haver altos níveis de umidade. O monitor de IBUTG (Índice de Bulbo Úmido e Termômetro de Globo) avalia o stress térmico e permite a avaliação do calor. O explosímetro mede a presença de misturas inflamáveis ou explosivas na atmosfera, que podem colocar em risco a segurança dos trabalhadores. E, finalmente, há os medidores de vibração, que avaliam a intensidade das vibrações nos braços, mãos e corpo do empregado, durante a realização das atividades de rotina.

Há outros instrumentos, que deixarei para divulgar num próximo post.

 

 

www.segurancaocupacionales.com.br

 

 

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