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Previdência privada pode ser caminho alternativo para as mudanças previstas na Reforma proposta pelo Governo Federal

Dino

O Governo Federal promete uma economia de R$ 1,237 trilhão em dez anos aos cofres públicos com a aprovação da Reforma da Previdência tal qual foi enviada ao Congresso. A Reforma já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, e agora está na comissão especial constituída para análise do projeto.

Porém, com as notícias diárias que apontam dificuldades do Governo Federal em fazer avançar sua proposta no Congresso Nacional, ninguém sabe, ao certo, quais serão as reais mudanças que virão dessa reforma, mas deputados e senadores tendem a manter a ideia do governo de aprovar regras mais rígidas para os futuros aposentados.

Diante de tantas idas e vindas, é cogitado, inclusive, que talvez as próximas gerações nem tenham acesso ao benefício da previdência social. E essa hipótese não se trata de boato nem terrorismo falacioso. Só no ano de 2018, a Previdência Social gastou cerca de R$ 186 bilhões a mais do que arrecadou.

Hoje, a Previdência segue um regime de repartição com um caráter “solidário”, ou seja, a contribuição de quem está na ativa banca os benefícios de quem está aposentado, e a contribuição dos trabalhadores urbanos financia a aposentadoria dos trabalhadores rurais, que não precisam recolher para o INSS.

O desequilíbrio na Previdência Social

Acontece que, com a expectativa de vida do brasileiro superando os 76 anos, cada vez mais pessoas estão aposentadas. Paralelamente, uma pesquisa de domicílios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que a população envelheceu, chegando a 30,2 milhões de idosos acima de 60 anos em um universo de 207 milhões de brasileiros.

Entre 2012 e 2017, o grupo das pessoas de 60 anos ou mais passou de 12,8% para 14,6% da população.

Assim, com o aumento do envelhecimento médio da população, e com o aposentado vivendo mais tempo a sua aposentadoria, cada vez menos brasileiros trabalham e contribuem para sustentar mais aposentados.

O efeito dessa balança é um desequilíbrio na Previdência Social, o que a torna, a cada dia, uma alternativa menos segura para garantir a aposentadoria.

Alternativa particular

Diante desse cenário de incertezas com relação ao destino da Previdência Social, cresce a importância de cada um prover sua própria aposentadoria, assumindo hoje o controle do futuro financeiro.

Sem a garantia da aposentadoria pública ou, pelo menos, sem esperar melhores horizontes, cada um colherá no amanhã somente o que tiver plantado agora.

A lógica da previdência privada é fazer uma reserva financeira de longo prazo, a qual se somará à aposentadoria oficial do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Atualmente, o teto do benefício pago pelo governo é de R$ 5,6 mil por mês, mas quase 65% dos benefícios pagos equivalem a apenas um salário mínimo.

Essa quantia, em muitos casos, é insuficiente para o segurado que, ao final da vida, terá uma série de despesas extras com saúde, como remédios e, talvez, acompanhamento médico.

É importante salientar que a previdência privada não concorre com a previdência social, ou seja, receber uma aposentadoria adicional não inviabiliza receber a aposentadoria oficial, do governo. Pelo contrário, a previdência privada também é conhecida como previdência complementar porque seu objetivo é justamente este, oferecer um adicional além dos valores que você receberá em sua aposentadoria pela previdência social.

E assim como a particular não inviabiliza a pública, o contrário também acontece: contar com a previdência social não inviabiliza a previdência particular.

Como funciona a previdência privada?

A previdência privada funciona como uma poupança, onde você aplica um pequeno valor todo mês para usufruir do montante lá na frente. Porém, diferentemente da caderneta de poupança, que apenas repõe as perdas com a inflação – e, às vezes, nem isso –, a previdência privada tem rendimento bem mais atrativo.

É o caso do Família Previdência, administrado pelo maior fundo de pensão do Rio Grande do Sul, onde a rentabilidade acumulada desde o lançamento do plano (dezembro 2010) até dezembro de 2018 foi de 122,5%, praticamente o dobro da inflação registrada no mesmo período pelo INPC, que foi de 59,12%, e bem superior à poupança, que foi de 71,13%.

Mas isso não é mágica. Trata-se, sim, da atuação dos juros compostos trabalhando a seu favor. Os juros compostos, aqueles mesmos que operam contra a gente quando ficamos devendo no cartão de crédito, na previdência privada eles agem para o nosso benefício.

Eles são calculados levando em conta a atualização do capital, ou seja, o juro incide não apenas no valor inicial, mas também sobre os juros acumulados (juros sobre juros). Esse tipo de juros, chamado também de “capitalização acumulada”, é muito utilizado nas transações comerciais e financeiras (sejam dívidas, empréstimos ou investimentos).

Como fazer previdência privada?

Para que você saiba o que precisa investir e como estará de reservas financeiras na data em que pretende resgatar sua previdência privada, o primeiro passo é realizar uma simulação. Por isso, o Família Previdência desenvolveu uma superferramenta que mostra exatamente o que você precisa fazer, quanto precisa poupar e com quanto de dinheiro irá contar.

Acesse: https://www.familiaprevidencia.com.br/#simulacao

Website: https://www.familiaprevidencia.com

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