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Trabalhador rural não quer só aposentadoria, quer saúde e segurança

Por Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Os trabalhadores rurais serão poupados na reforma da Previdência em discussão ontem no Congresso. Obviamente, novas regras vão ser necessárias, até para evitar fraudes, pois quem é honesto não é a favor de falcatrua, não é mesmo? Mas um procedimento já está previsto para o ano que vem, quando as aposentadorias rurais só serão concedidas com base nos dados do Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS), que será abastecido com informações de bancos atuais e também com documentos dos próprios trabalhadores.

Pois bem, e enquanto esses trabalhadores estão na ativa, laborando no campo, como ficam suas saúde e segurança tão expostas aos riscos? São agentes físicos, químicos e biológicos, que podem ameaçar a saúde desses trabalhadores. Se o trabalho agrícola, exercido em ambiente inóspito, é uma das mais perigosas ocupações, devido aos ruídos, desconforto térmico, poeiras, radiações, animais peçonhentos, agrotóxicos e acidentes com máquinas, quais medidas preventivas são imprescindíveis?

Assim, a norma regulamentadora 31, de segurança e saúde no trabalho na agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura, prevê a adoção de medidas de segurança, que incluem inicialmente a avaliação de riscos e entrega de equipamentos de proteção individual (EPI), entre outras. Informar sobre os riscos e treinar o trabalhador rural a laborar nesses ambientes também são pontos importantes à sua segurança.

 

www.segurancaocupacionales.com.br

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