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A força da comunicação corporativa em situações de crise

Por Gutemberg Leite

Quais seriam as soluções mais viáveis para superar tais obstáculos?

No primeiro caso e em quesitos de patrimônio, um rigoroso controle financeiro poderia resolver senão todas, ao menos grande parte das dificuldades. No segundo, manutenções periódicas e mais investimento em tecnologia da informação seriam boas ideias. No tocante às crises econômicas nacionais, uma adequada pesquisa para que se encontre o momento mais adequado para promover investimentos, poderia ser o mais acertado.

Em relação aos demais, eis algumas sugestões que acredito serem igualmente interessantes:
✓Difamações: desviar esforços no sentido de desfazer os mal-entendidos;
✓Acidentes: realizar estudos sobre o local onde a empresa se encontra ou pretende se instalar, a título de gerenciar previamente os riscos (acidentes naturais) e adequar o ambiente às regras de seguranças locais (industriais);
✓Questões legais e de imagem: usar a diplomacia para minar os conflitos internos antes que cheguem à justiça e, sempre, “empreender com Compliance”.
✓Ações criminosas: implantar sistemas de segurança eletrônica contra hackers, em ambientes cibernéticos, e física nas instalações, para contornar/evitar vandalismos e/ou sabotagens.

Seja qual for o tipo de crise que a sua empresa possa estar enfrentando, a solução mais efetiva, porém, encontra-se na força comunicativa que ela possui ou, que deverá se esforçar para adquirir.

Em minha experiência de cinquenta anos na área de RH, não foram poucas as vezes em que percebi que nos momentos difíceis, muitos gestores, seja por conta da pressão, falta de perspectiva ou outro motivo qualquer, vitimizam a comunicação corporativa ao invés de utilizá-la como poderosa ferramenta de monitoração, capaz de reverter tais situações.

Isso por que, administrando-a adequadamente, os gestores terão maior possibilidade de: eliminar ruídos evitando danos propagados ao público interno (por exemplo, questionamentos de colaboradores sobre as demissões) e externo (por exemplo, dúvidas dos acionistas frente a capacidade de ascensão no mercado); manter o engajamento interpessoal; acentuar parcerias; promover inovações e em muitos casos, conseguir moldar a imagem da empresa de maneira que ela possa servir de exemplo para boas condutas (por exemplo, promoção em ações culturais).

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