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Por que a segurança do trabalho deve estar dentro da sala de aula? Porque sim, ora!

Por Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Não há a menor dúvida de que os problemas do Brasil só serão resolvidos com educação. E isso se faz com pessoas e políticas voltadas à causa. E com a segurança do trabalho não seria diferente, não é? Se os acidentes de trabalho voltaram a crescer, depois de cinco anos de queda, segundo dados do Ministério Público do Trabalho, o que, afinal, está dando errado?

Só no ano passado, mais de dois mil empregados formais morreram por causa de acidentes de trabalho. Falta dinheiro dos empregadores para investir em prevenção? Falta fiscalização dos órgãos do governo? Falta é educação, meu povo! Por isso, sou favorável que o tema de prevenção contra doenças e acidentes laborais seja levado às escolas, visando à conscientização dos estudantes. É de pequenino que se torce o pepino, ou melhor, é desde cedo que a segurança precisa ser incorporada à vida dos futuros profissionais. Mas não é que já não exista um movimento do setor de prevenção para as escolas, incluindo o ensino fundamental e médio. A questão é ampliar a proposta dentro desse País continental, com método e seriedade.

Além de iniciativas já existentes, como fez a Fundacentro, que produziu e distribuiu uma Cartilha, que dá subsídios para que as escolas e os profissionais envolvidos possam incorporar a temática da Segurança e Saúde no Trabalho (SST) no cotidiano escolar, conforme estabelecido pela Lei nº 12.645/2012, que instituiu o Dia Nacional da Segurança e Saúde nas Escolas, é preciso que o Ministério da Educação esteja à frente, quem sabe até instituindo uma disciplina que conscientize os alunos sobre a importância da prevenção nos ambientes de trabalho.

 

www.segurancaocupacionales.com.br

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