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Trabalhador com juízo não vai querer cheirar cola para adoecer no futuro

Por Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Não é preciso ser PHD para entender que trabalhadores que ficam expostos à tinta, cola ou solventes podem desenvolver problemas de saúde. Inclusive, uma pesquisa internacional publicada na revista Neurology concluiu que essas pessoas podem, durante a velhice, padecer com lapsos de memória.  O estudo descobriu também que indivíduos com alta exposição recente a solventes tinham um risco aumentado de declínio cognitivo e déficit de memória. O estudo não é nada animador, hein!

Basicamente, os empregados ficam expostos aos solventes quando o utilizam em seu local de trabalho ou ao transvasá-lo de um recipiente para outro e ainda, ao armazená-lo. A substância é volátil, penetrando pelas vias respiratórias, chegando até os tecidos e órgãos mais receptivos, como os cerebrais. Portanto, empresas sérias precisam manter programas de prevenção, a partir de uma análise preliminar de riscos.  Por exemplo, investir em novas tecnologias para a produção de colas à base de água ou sólidas, instalar sistemas de engenharia para manter os ambientes ventilados, com sistemas de exaustão eficientes e limpos, oferecer equipamentos de proteção individuais, além de manter os trabalhadores informados sobre os riscos.

Todo ser humano quer e precisa de trabalho, mas ninguém quer chegar à velhice demente, não é mesmo?

 

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