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Quem se preocupa com os riscos dos agentes penitenciários?

Por Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

A segurança pública é um grave problema nacional. A população vive amedrontada, pedindo a Deus, pois não dá para pedir aos homens das forças de segurança pública, para não ficar frente a frente com um meliante que possa lhe tirar seus bens materiais ou, pior, a vida.

Apesar das falhas, os criminosos são presos, formando uma grande massa carcerária em todos os presídios do País. Agora, pergunto: quais devem ser os riscos a que estão expostos os agentes penitenciários? Eles trabalham para garantir a disciplina, a ordem e a segurança interna dos presídios. Obviamente, esses servidores públicos precisam de medidas de prevenção, não é mesmo? Primeiramente, vou lembrar o aspecto psicológico, pois o agente penitenciário vive numa complexa ligação com os criminosos, tendo que vigiá-los e, ao mesmo tempo, protegê-los, pois é dever do estado custodiar o encarcerado. Ter contato com criminosos e conhecer as perversidades de seus crimes gera sentimentos ruins, o que torna difícil o exercício de sua função, que precisa de isenção e neutralidade. Entre esses profissionais, deve haver muitos conflitos psicológicos e, consequentemente, estresse cumulativo.

O estresse, como sabemos, gera uma série de patologias, como fadiga, fraqueza, mal-estar, depressão, apatia, entre outras. Quanto aos riscos físicos, vou citar apenas um: serem feitos reféns e sofrerem agressões, capazes de matá-los. A saúde e a segurança dos agentes penitenciários precisam ser preservadas.

 

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