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Motofrentista, previna-se contra um corte no pescoço por linha de cerol

Por Emily Sobral

Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

linha assassina. Motoboy atingido por linha de cerol enquanto trabalhava. (Foto reprodução TV Gazeta)

Mesmo com os celulares reinando absoluto entre a molecada, quando chegam as férias, certas brincadeiras voltam à moda. Exemplo: soltar pira ou raia. Assim, dou uma dica aos motoqueiros e motoqueiras: se ainda não instalaram a antena pega-cerol em tempos de pipa, façam isso agora. De fato, o uso de pipas com linha cortante é uma prática vetada pela lei, mas nós estamos no Brasil, onde cada um faz suas próprias leis.

Por tratar aqui de SST, destaco esse risco, especialmente para quem labora fazendo serviço de motofrete, com entrega de objetos tais como pizza, fast food, documentos, pagamentos bancários, entre outros. Casos com acidentes com a chamada linha chilena são frequentes no Brasil. O uso da linha (que contém dióxido de alumínio, quartzo e outros materiais cortantes) é comum e sem fiscalização do poder público, e o infortúnio laboral por esse motivo é um risco real ao motofrentista.

Veja bem, há muitos outros riscos nessa atividade, incluída na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), norma de classificação numerativa e descritiva de atividades econômicas e profissionais, de código CBO 5191, que precisam de medidas e atitudes preventivas. No caso da linha de cerol, a ação prática é instalar a antena, que evita acidentes que são verdadeiras tragédias, como corte no pescoço.

https://segurancaocupacionales.com.br/

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