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A avaliação dos agentes de riscos ambientais requer instrumentos e estratégias corretos

Por Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

A análise de riscos ambientais, como químicos, físicos e biológicos, é feita por meio de instrumentos, e os critérios são definidos por normas e metodologias padronizadas. Uma análise por suposição é papo furado, pois num ambiente que contém benzeno, por exemplo, não basta apontar sua presença, mas, sim, sua quantidade. É a chamada análise quantitativa. O equipamento para coleta e análise vai depender do agente em questão e das condições do ambiente e atividade laboral. Esses instrumentos constituem-se em ferramentas cada vez mais essenciais para caracterizar, minimizar ou mesmo eliminar os agentes das operações industriais do País.

Na avaliação quantitativa, deve-se estabelecer uma estratégia de amostragem, em que o número de amostras e empregados avaliados, dias medidos, instrumentos de coletas, análises e estatísticas é decidida pelo responsável pela análise ambiental. Nesse tipo de verificação busca-se determinar o nível da exposição que o trabalhador sofre a um determinado agente de risco. A análise tem como base uma quantidade numérica, usando sempre equipamentos próprios para cada tipo de risco.

Em próximo post, falaremos sobre a avaliação qualitativa.

 

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