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Boa iluminação no trabalho proporciona boa visão, saúde e produtividade

Por Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Má iluminação no local de trabalho gera risco ao trabalhador, trazendo consequências à saúde dele.  O escurinho do cinema ou a luz estroboscópica em boate são opções de lazer. No ambiente laboral, o grau de iluminância tem regras a serem seguidas.

Considerada um risco físico, a iluminação deve seguir a norma regulamentadora 17, que trata de ergonomia. Na NR 17, o capítulo sobre iluminância orienta que esta deve ser uniforme, sem provocar efeitos como ofuscamento e contraste. Outra norma brasileira, a NBR 5413, estabelece os valores de iluminâncias médias mínimas em serviço para iluminação artificial em interiores onde se realizem, por exemplo, atividades de comércio, indústria ou ensino. Os valores de iluminância têm de ser de 0,75 m do piso no plano de trabalho. Ou seja, um ambiente bem iluminado. Esses valores devem estar ainda em harmonia com o resto do ambiente onde a iluminação não seja inferior a 70%.

O efeito da má iluminação sobre a visão ocorre porque o olho humano modifica-se à medida que o efeito da luz atinge a pupila, causando sensibilidade da percepção da retina. Ao potencializar sua exposição em locais com baixa iluminação, o trabalhador pode sofrer com o risco de acidentes. Há o fenômeno chamado “estroboscópico”, dando a sensação ao empregado de que o equipamento está parado quando, na realidade, está em movimento se por acaso se iguala à luz em frequência de som. O trabalhador pode sofrer também de “fadiga visual”, que é o cansaço dos músculos da visão, resultando em olhos vermelhos, dor e ardor nos olhos, lacrimejo e contraturas.

 

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