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É melhor implantar ferramentas para a prevenção de acidentes, em vez de chorar a perda de trabalhadores

Por Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Todo mundo conhece a fama do brasileiro de só colocar a tranca na porta depois que foi invadido e roubado. Então, vamos entender essa lógica enviesada para a segurança do trabalho nas empresas.

Nem mesmo a obrigatoriedade das normas regulamentadoras de segurança empolga os empregadores, pois consideram gastos em vez de investimento. Sim, muitas grandes empresas mantêm os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (Sesmt), com seus profissionais da saúde, que ficam dentro das empresas para proteger a integridade física dos trabalhadores. Agora, o que de fato impulsiona as empresas a prestarem a atenção às medidas de prevenção é quando ocorre um acidente grave, com repercussão negativa para suas imagens corporativas, além de indenizações milionárias e autuações fiscalizadoras. Ora, por que precisa ser assim? O arcabouço normativo em prol da segurança do trabalho é amplo e funciona, basta pô-lo em prática. Há profissionais capazes de detectar os riscos dos ambientes, com propostas para minimizá-los. Há situações, inclusive, de risco iminente que precisam de ações imediatas, não é mesmo?

Empregadores, trabalhadores e profissionais de segurança devem engajar-se aos procedimentos seguros que levem à vida laboral tranquila e saudável. Prevenir sempre pode, em vez de se ter uma atuação corretiva, depois que o acidente acontece. Brasileiro é tão bobinho…

 

www.segurancaocupacionales.com.br

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