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Programas de prevenção devem ser fundamentados na cultura da segurança

Por Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Para garantir a proteção e segurança do trabalhador, as empresas precisam elaborar programas de segurança e saúde no trabalho orientados ao atendimento à legislação sobre o tema. No entanto, os programas meramente legalistas, submetidos à fiscalização do estado, não são suficientes para garantir a efetiva preservação da integridade física e psicológica dos empregados.

A falta da cultura de SST que predomina nas empresas contribui negativamente para o desempenho dos programas de segurança do trabalho, especialmente pelo comportamento dos trabalhadores. Estes expõem-se sem os devidos cuidados a uma condição de risco. Mas, o comportamento inseguro de muitos deles não significa debitar para eles a culpa pelos acidentes. O propósito da prevenção de acidentes é entender todos os possíveis infortúnios laborais que possam ocorrer nas relações de trabalho e ainda na vida do trabalhador que interfeririam direta ou indiretamente no relacionamento dele com seu trabalho, para que suas atitudes sejam conscientes, planejadas e, em última análise, preventivas.

As condições e a organização de trabalho contribuem mais para a ocorrência dos acidentes no trabalho do que a culpabilidade imposta aos empregados, que se desviam dos preceitos e normas de segurança. Além disso, a exposição às condições de risco, sem o controle devido, pode definir a segurança ou não de determinado ambiente ocupacional.

 

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