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Do Pampa Gaúcho para o Mundo – O crescimento dos Frigoríficos do Sul

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A participação do Brasil no mercado mundial da carne era incipiente em 1980, onde a participação do país em exportações era marcada por uma série de exigências e protecionismos. Para que houvesse espaço neste seguimento, o Brasil estabeleceu acordos sanitários com vários países, ao mesmo tempo em que o setor produtivo acelerou sua profissionalização, buscando com êxito novos mercados. Há cerca de quinze anos, a carne brasileira não estava na pauta dos assuntos discutidos nos fóruns internacionais e, naquele período o país vendia pouco mais de US$ 600 milhões por ano. Nos últimos anos a realidade tem sido outra. Em 2017, o Brasil aumentos em mais de 10 vezes o valor de suas exportações, atingindo a cifra de aproximadamente US$ 6,3 bilhões.

As empresas do Sul Brasil tem sido destaque dentre os altos números atingidos pelo país em anos anteriores. Como exemplo de empresa em ascensão, evidenciamos a Frigovale, que com doze anos de história tem mostrado um crescimento de mercado acima da média e tem a expectativa de se tornar uma das líderes de mercado no Brasil. A empresa conta com mais de 130 colaboradores, configurando uma companhia de médio porte, em visível ascensão no mercado brasileiro. A empresa, estabelecida em Teutôna, no Rio Grande do Sul, possui plataformas de produção magníficas que possibilitam um belo portfólio de produtos com cortes sofisticados.

A Frigovale tem agregado na área de frigoríficos no Brasil, pois inovou a cadeia produtiva com know how diferenciado, tendo hoje a planta mais moderna e tecnologia de alto padrão para produção em grande escala, sempre destacando a preocupação com qualidade e segurança alimentar. Existe na empresa um cuidado acentuado com a qualidade da carne, desde o início do processo, tendo como base o investimento em profissionais capacitados para treinamentos internos e gerenciamento de processos.

O frigorífico utiliza equipamentos de última geração e tecnologia de ponta, com linha totalmente automatizada, obedecendo as normas de segurança exigidas pelo Ministério do Trabalho. Importante destacar que além da preocupação com o produto, também existe a preocupação com as pessoas da empresa. Um bom exemplo se dá pela utilização de plataformas elevatórias que são pneumáticas, o que garante a ergonomia na atividade exercida pelo funcionário, sem riscos a sua integridade física. O acompanhamento da carne abatida passa por um controle de qualidade rígido, desde a chegada do animal até o produto final que chega ao consumidor. Para entender melhor o processo, a Médica Veterinária e Coordenadora Técnica, Tamilles Dantas, explica que os animais chegam ao frigorífico através de caminhões boiadeiros e são recebidos por um profissional treinado para bem-estar animal. Este profissional fará a análise de todos os documentos necessários para o aceite da carga e os animais são encaminhados para cuidados especiais e observação durante 12 horas para análise de sua dieta alimentar e hídrica, conforme normas impostas pelo Ministério da Agricultura.

A empresa, fiscalizada pelo Ministério da Agricultura, conta com serviço de inspeção federal alocado permanentemente no frigorífico. Esta equipe possui uma veterinária auditora federal, agentes de inspeção e auxiliares de inspeção que acompanham a produção desde a entrada dos animais até sua expedição. A fábrica ainda conta com equipe de controle de qualidade, formada por uma coordenadora e responsável técnica, uma líder de qualidade e auxiliares técnicos de qualidade.

O cuidado com a esterilização dos materiais (regulagem de temperatura e tempo de permanência) utilizados também merece destaque. A empresa zela pela higienização correta e preparação de todos os equipamentos a fim de não permitir a contaminação das carnes manuseadas no processo. Existe, também, o serviço de inspeção federal que acompanha o processo na linha de inspeção e departamento de inspeção final. Neste momento são analisadas presenças de quaisquer anomalias contidas nos produtos e, caso seja percebida alguma, os mesmos são direcionados para a auditora veterinária, que posterior aos exames, onde buscam sinais de patologia no animal, fará o direcionamento adequado (podendo ser o descarte total ou aproveitamento condicional). Na sequência aos passos citados anteriormente, a carne é direcionada para a câmara de resfriamento e em seguida para setor de corte, sendo possível dois destinos para o produto: expedição imediata ou direcionamento para câmara pulmão. Após período na câmara será feita a desossa para obtenção de cortes e o processo de embalagem a vácuo (como as carnes obtidas pelo consumidor final). Neste último processo, as carnes são padronizadas e embaladas sob personificação do líder setorial conforme demanda de mercado.

Vale lembrar do perigo que se tem no consumo de carnes não inspecionadas. O abate clandestino cresce em algumas regiões do país e pode ser bastante nocivo aos consumidores. Um dos motivos de sucesso dos produtos Frigovale está na confiança de seus consumidores, graças ao trabalho minucioso feito pela equipe Frigovale. A empresa está licenciada para exportação em mais de 81 países, incluindo Uruguai, considerado o país que mais consome
carne bovina no mundo. Além disso, o frigorífico aguarda Missão Internacional do Peru, onde os auditores peruanos farão uma visita à Frigovale para conhecer a planta e possibilitar habilitação de exportação e, concomitantemente, a empresa busca licença para exportar ao Vietnã, movimentando a economia brasileira diretamente do pampa gaúcho.

Website: http://www.frigovale.com/

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