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Pulseira de identificação é alternativa para segurança em eventos

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É verdade que o Brasil não passa por um momento econômico exatamente positivo, mas também é verdade que existem alguns setores que são mais afetados do que outros pelas diversas crises que passamos. Para se ter uma ideia, segundo dados do Ministério da Defesa, empresas de defesa e segurança movimentam cerca de U$ 4,2 bilhões apenas no Brasil. Além disso, dados recentes apontam que o mercado de eventos cresce, em média, 14% ao ano no país, o que não é pouca coisa.  Esses dados ganham ainda mais relevância se levarmos em conta a crise econômica que fez com que vários setores tivessem um investimento muito menor do que o esperado. Mas apesar de muita gente ter sentido as consequências dessa crise, isso não parece estar acontecendo com os eventos, o que é uma boa notícia para quem trabalha na área.

Mas o que os setores de eventos e de segurança tem a ver? Tudo. Afinal, quando se fala em organização de eventos, a segurança é uma das maiores preocupações de qualquer empresa. E uma das coisas que fez com que esse setor continuasse crescendo no país foram as alternativas econômicas e soluções para problemas comuns. Ediomar Ribeiro, diretor da Mania Vip, empresa especializada na venda de pulseiras de identificação personalizadas fala sobre a importância de haver alternativas baratas e eficientes ao mesmo tempo “É impossível você organizar qualquer tipo de evento sem ter que pensar nas questões de segurança. Mas o que muita gente não sabe é que você pode fazer isso de uma forma barata e bastante eficiente. É por isso que acreditamos nas pulseiras para eventos.”

Além de possibilitarem um controle maior sobre quem entra ou sai de qualquer tipo de evento, as pulseiras de identificação também ajudam na organização em festas, como a separação de pessoas por setores, por exemplo, o que faz com que a empresa organizadora economize. “O grande objetivo é reduzir o trabalho de quem faz o controle de pessoal, porque essas pulseiras indicam quem pode entrar em cada setor, o que faz com que esse tipo de trabalho seja realizado com mais rapidez e exija menos funcionários”, conta Ediomar Ribeiro.

É claro que existem outras razões que podem explicar por que o mercado de eventos não se abalou com a crise econômica. O mercado de entretenimento no Brasil cresceu cerca de 4,8% nos últimos anos, o que também é um número alto. Isso se deve muito a grande oferta de grandes festivais e de uma cultura que acabou se criando durante os últimos anos. Essa cultura de entretenimento fez com que o Brasil se acostumasse com os eventos de todo o tipo, o que ajudou o mercado a se manter.

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