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Gestores de segurança: encomendem saúde e segurança aos carteiros

Por Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

O serviço postal do Brasil está na berlinda: privatiza ou não privatiza? Os carteiros que são funcionários da estatal Correios, com certeza, não querem. Os carteiros contratados das empresas privadas franqueadas devem querer, pois sabem que os servidores públicos têm muitos privilégios. Mas, todos, independentemente do regime de contratação, querem ter saúde e segurança do trabalho. Em pleno século XXI, as cartas românticas não passam mais pelas mãos dos carteiros, mas ainda há milhares de pessoas que recebem correspondências, como faturas e boletos e, principalmente, encomendas, que foram compradas pela Internet.

Infelizmente, o que continua antigo é o afastamento do trabalho dos carteiros por causa das Lesões por Esforço Repetitivo (LER). Para evitar o aumento dos Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), é necessário que haja gestão e prevenção contra os infortúnios laborais dessa categoria. Há o peso da sacola que não pode ultrapassar os limites estabelecidos tanto para homens como para as mulheres. É preciso ter cuidado com o manuseio de cargas e pacotes. Sem a prevenção, o resultado é o afastamento do trabalho. E há outros riscos muito conhecidos nessa profissão, que é a exposição ao sol e ao calor excessivo. Assim, o protetor solar deve estar disponível aos carteiros, e até luvas, quando for o caso. Portanto, a entrega dos equipamentos de proteção individual (EPI) deve ser responsável e bem gerida, incluindo capas, para os dias de chuva, botas, colete, e uniforme de acordo com a região do País e estação climática.

 

www.segurancaocupacionales.com.br

 

 

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