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Construção civil: emprego com EPC, o resto é quimera

Por Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Felizmente, este ano estamos acompanhando o renascimento da atividade da construção civil de forma significativa em certas regiões do País, especialmente em São Paulo. Isso resulta na melhora do emprego na indústria da construção, com a contratação de trabalhadores nos canteiros de obras. Ufa! Essa é sem dúvida uma boa notícia, depois de um longo e tenebroso inverno, por causa da crise econômica que se arrasta pelos últimos quatro anos. Neste cenário de reconstrução, o blog preocupa-se também é com a segurança dos trabalhadores do setor, que precisam de emprego, porém, sem serem vítimas de acidentes ou doenças ocupacionais.

Assim, dou destaque aos Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs), que são sistemas destinados a proteger mais de uma pessoa ao mesmo tempo, eficientes e não encontram resistência por parte do empregado, como é o caso dos equipamentos de proteção individual (EPI). Exemplos de EPCs na construção civil? Guarda-corpo, plataforma de segurança, corrimão de escadas, exaustores de gases e proteção para máquinas, entre outros. Parece que ao implantar o EPC nas obras, o céu é encontrado na terra, não é? SQN. O maior desafio dos profissionais de segurança é o surgimento de novas tecnologias e formação de pessoal para projetá-las.

Outro ponto a ser discutido em relação aos EPCs é sua inclusão durante o planejamento da obra, ou seja, pensar nos sistemas previamente e calculadamente. Só assim, durante todo o ciclo de vida do empreendimento, que inclui projeto, construção e manutenção, os EPCs terão de fato funcionalidade, cumprindo com o propósito de proteger toda a equipe de operários da obra.

 

www.segurancaocupacionales.com.br

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