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Durante um incêndio, o pânico pode ser fatal

Por Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Pensar no sofrimento da morte pelo fogo é algo que causa arrepio na espinha de um ser humano. Quem nunca assistiu a cenas de novelas, em que os vilões excessivamente maus morrem num incêndio, como se antecipassem suas chegadas ao inferno? Mas, deixando as análises escatológicas à parte, o que os especialistas em combate a incêndio revelam é que as vítimas de um sinistro com fogo são tomadas pelo pânico. Resultado: impulsionadas pelo desejo de permanecerem vivas, as pessoas terminam dirigindo-se para locais de difícil acesso para o resgate, como banheiros, tornando a ação dos bombeiros menos efetiva. No processo de salvamento a tipos de emergências como o incêndio, o pânico desencadeia uma reação desordenada que termina por virar o caos coletivo. Assim, para prestar serviço ao nosso leitor que trabalha com proteção contra incêndio, destaco as três normas técnicas que tratam da sinalização que visa amenizar o pânico. São as NBR 13434-1 de 03/2004, que dispõe da sinalização de segurança contra incêndio e pânico, em que fixa os requisitos exigíveis na instalação do sistema de sinalização de segurança contra incêndio e pânico em edificações; NBR 13434-2 de 03/2004, que trata dos símbolos e suas formas, dimensões e cores, padronizando as formas, as dimensões e as cores da sinalização de segurança contra incêndio e pânico utilizada em edificações, assim como apresenta os símbolos adotados; e NBR 13434-3, específica dos requisitos e métodos de ensaio para sinalização contra incêndio e pânico de uso interno e externo às edificações, a fim de garantir a sua legibilidade e integridade.

 

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