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Empresas investem em tecnologia para prevenir fraudes por meio de roubo de identidade

Estratégias de onboarding e leitores de OCR são ferramentas valiosas para proteger empresas e consumidores

DINO

O consumidor e muitas empresas talvez não tenham muita noção do que seja uma estratégia de onboarding. Apesar do aparente desconhecimento, muitas pessoas já vivenciaram processos de prevenção contra fraudes por roubo de documentos. É o caso de clientes de fintechs, empresas de serviços digitais financeiros.

Carla Machado, microempresária, viveu uma experiência com onboarding quando perdeu seu smartphone em dezembro do ano passado. Cliente de um banco digital, Carla passou por um longo e cansativo processo até conseguir habilitar seu aplicativo na nova linha que, por razões pessoais, decidiu adquirir.

Ao tentar acessar o aplicativo a partir do novo aparelho e da nova linha, o sistema avisou que estava enviando um código de validação para o seu celular cadastrado. O problema é que ela havia perdido o celular com o qual se cadastrara.
Ao entrar em contato com o banco, via contact center, foi orientada a encaminhar ao mesmo, por e-mail, frente e verso da identidade com foto. Além disso, teve que criar um cartão com três repetições de sua assinatura e datado. Para concluir, foi orientada a tirar uma selfie segurando o cartão.

Conscientização do consumidor pelas empresas é importante

Carla precisou, ainda, aguardar 48 horas para que o seu acesso ao aplicativo fosse liberado, não sem antes ter que alterar a senha. Para concluir o processo, precisou digitar dois códigos de validação, um encaminhado para seu novo celular e outro para seu e-mail cadastrado.
Para o consumidor, tais procedimentos podem parecer excesso de zelo. Em alguns casos, medidas para sua própria proteção podem até colocá-lo contra a empresa. Por isso, é preciso que as empresas, além de adotar rotinas contra fraudes, invistam na conscientização de seus clientes.
Possivelmente um inconveniente para muitos, o que Carla vivenciou foi apenas uma cena de uma batalha feroz entre empresas e fraudadores. Para cada nova tecnologia contra as fraudes, há uma reação dos fraudadores para burlá-la. Sendo assim, as empresas precisam tentar estar sempre alguns passos à frente do inimigo, até porque podem, elas mesmas, terminarem vítimas das fraudes.

De acordo com amostragem coletada na Pesquisa Global sobre Fraudes e Crimes Econômicos 2018, 53% dos executivos brasileiros afirmaram ter sido vítimas de fraudes ou crimes digitais. Em 2014, 37% dos entrevistados haviam dado a mesma resposta, o que mostra que a ousadia dos criminosos só aumentou em quatro anos.

Para combatê-los, as empresas investem em múltiplas formas de identificação de seus usuários e clientes. Entre os meios de identificação estão:

– PIN/senhas;
– impressão digital;
– reconhecimento facial;
– reconhecimento ocular;
– reconhecimento de voz;
– análise comportamental;
– geolocalização.

Roubo de número do CPF é janela para fraudes

O desafio permanente das empresas é inviabilizar completamente as fraudes, protegendo a si própria, a seus clientes e consumidores, de um modo geral.
Uma das ações mais comuns dos criminosos é se apropriar do CPF de pessoas com bom nome no mercado. A ideia é abrir contas em banco, solicitar cartões de crédito e empréstimos, que, obviamente, não serão pagos. A vítima, quando ocorre esse tipo de ação, só fica sabendo que foi fraudada ao descobrir que está com o nome sujo em virtude de ação de terceiros.

A questão é que, por meio do CPF, os criminosos têm acesso a outros dados da vítima, o que auxilia na construção da fraude. As empresas devem sempre proceder, antes de aceitar o novo cliente, a validação do CPF junto à Receita Federal, mas só isso não basta.

Ao solicitar a selfie de Carla, o banco demonstrou possuir uma estratégia antifraude. Com isso, a equipe pode comparar a foto da selfie com a da identidade. Ao solicitar que a cliente tirasse a selfie segurando o cartão de assinatura datado, a finalidade era assegurar que a foto fora, de fato, tirada naquele momento, eliminando o risco de se tratar de outra pessoa se passando pela cliente.

Automação e acuracidade são diferenciais em Digital Onboarding

O problema para as empresas é que cada novo processo gera novos custos, o que não é diferente na adoção do Digital Onboarding. Além da tecnologia, o processo envolve pessoas na execução das tarefas.

Há outro aspecto importante, que é a experiência do cliente. Ao mesmo tempo em que a empresa deve investir na educação do cliente acerca da importância dos cuidados contra as fraudes, é importante a entrega de praticidade e simplicidade. Uma forma de irritar o cliente, e até perdê-lo, é obrigá-lo a fazer seguidas selfies, porque a foto não ficou suficientemente legível.

A solução é investir em automação e acuracidade. Com um sistema que preencha esses dois requisitos será possível ter processos mais ágeis, redução de custos e aumento da satisfação do cliente.
Quem oferece a melhor solução em Digital Onboarding para o mercado brasileiro é a empresa Regtech. O ID Regtech é um sistema de reconhecimento com forte diferencial em automação.

O sistema é capaz de, mediante o envio da foto de um documento, independente da qualidade da mesma, extrair dados da imagem pelo leitor de OCR e verificar, de forma autônoma, se os mesmos correspondem a fontes públicas e privadas. A Regtech garante 98% de precisão na extração de dados, por meio de múltiplas camadas de verificação.

A validação de dados é feita mediante cruzamento das informações passadas pelo cliente com bases de referência privadas e governamentais, confirmando status de documentos, registros de óbitos e outras informações.
Quanto à comparação facial, o sistema é capaz de fazer, de forma automática, a comparação da selfie com a foto do documento de identidade, gerando agilidade, economia de custos e segurança para o cliente.

Teste grátis e taxa de inscrição igual a zero

Uma das exigências naturais das empresas, quando se trata de soluções tecnológicas, sobretudo com geração de custo recorrente, é o período de testes.

O período de testes serve para validar a ferramenta e promover as adaptações na estrutura da empresa para incorporá-la à rotina.
Além do teste grátis, o ID Regtech não tem taxa de instalação. O fluxo de pagamento pelo serviço só se inicia a partir da validação do sistema pelo cliente.

Para mais informações, basta entrar em contato com a ID Regtech.

Website: http://idreg.tech/

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