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Conheça algumas medidas a serem tomadas em caso de acidente de trabalho

Vamos combinar que não tem coisa pior que enfrentar problemas relacionados a acidente de trabalho. Imagina o trabalho que dá para o setor de recursos humanos lidar com todos os episódios traumáticos que um acidente de trabalho pode proporcionar, não é mesmo?

 

Além disso, uma empresa que conta com diversos acidentes de trabalho muito provavelmente contará, também, com a insatisfação e preocupação dos colaboradores.

 

Por este motivo, evitar, ao máximo, esses episódios é um dos objetivos mais importantes que as empresas desenvolvem internamente.

 

Nenhuma empresa gosta de pensar em acidentes de trabalho. Por este motivo, quando algum acontece, na grande maioria das vezes, a situação é levada com despreparo, o que resulta na má condução do caso.

 

Para que você não sofra com isso e saiba como lidar em caso de acidente de trabalho, nós preparamos para você uma lista de medidas que precisam ser adotadas em casos de acidentes em ambientes de trabalho. Vamos nessa?

Confira os procedimentos emergenciais

 

É importante, antes de mais nada, que seja separado em duas situações quando o assunto é acidente de trabalho: acidentes internos e acidentes externos.

 

Ou seja, se você é dono de uma empresa de resina epóxi existe a possibilidade que o acidente ocorra dentro do ambiente de trabalho e casos que pode ocorrer fora dele.

 

Quando há casos dentro da empresa, é fundamental que o gestor da área seja comunicado para que o mesmo acione o atendimento médico. Quando a empresa já conta com médicos o atendimento é mais rápido, mas essa opção é pouco frequente.

 

Agora, se o trabalhador sofre um acidente executando um serviço fora do ambiente de trabalho, é fundamental que seja prestado os primeiros socorros de forma rápida e segura. Em seguida, o recomendado é informar o empregador.

Procedimentos que a empresa precisa adotar

Quando ocorre o acidente, que possivelmente foi desencadeado pela falta de equipamento de proteção individual, a primeira medida que a empresa precisa adotar é contatar a Previdência Social para que seja emitido o CAT.

 

E que fique claro que o quanto antes a Previdência for acionada, melhor. É importante que, nesses casos, seja estabelecido um prazo mínimo para que a notificação aconteça.

 

Dependendo da gravidade do acidente, o colaborador pode se afastar por um longo período. Nesses casos é dever da empresa contratante arcar com todos os custos durante os 15 primeiro dias de afastamento.

 

Passando-se desse período, os custos passam para o INSS, se configurando o auxílio doença.

 

Vale ressaltar que só podem contar com o INSS aqueles que contribuem com esse sistema do governo. Ou seja, aqueles que são registrados ou que contribuem como autônomos.

Procedimentos próprios para o acidentado

 

É importante que o trabalhador acidentado saiba os direitos que possui quando sofre qualquer tipo de acidente de trabalho, não é mesmo?

 

De modo geral, o acidentado pode solicitar o reembolso de medicamentos e toda despesa médica que tiver. Além disso conta com o afastamento médico atestado por um médico especialista em acidentes de trabalho e estabilidade de 12 meses após o retorno aos trabalhos.

 

Ou seja, o trabalhador sofreu um acidente ao instalar cabos elétricos em uma residência. Ao voltar do afastamento, o mesmo não pode ser demitido com menos de 12 meses de trabalho.

 

Lembre-se que o empregador deve produzir o CAT. Caso seja recusado pelo menos, basta o empregado solicitar o sindicato responsável e requerer a emissão do documento. Se ainda assim for negligenciado, pode procurar auxílio do Ministério do Trabalho e da Delegacia Regional do Trabalho.

 

 

 

 

 

 

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