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Planejamento é palavra-chave para equilíbrio financeiro no início do ano

Pesquisa CNDL/SPC Brasil revela que apenas um em cada dez brasileiros tem renda suficiente para pagar despesas do começo de 2020.

DINO

Após o período de festas de Natal e Réveillon, o brasileiro se depara com as temidas contas de início de ano. Um levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que apenas 11% dos consumidores brasileiros têm condições de pagar as despesas sazonais deste período, como IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) e material escolar, com os próprios rendimentos, sem que seja necessário fazer uma economia ou reserva financeira ao longo do ano. A pesquisa ainda mostra que 22% dos entrevistados não fizeram qualquer planejamento para pagar esses compromissos em 2020.

Segundo análise do gestor comercial da Unicred Aliança, Luis Antônio Menegazzo, o ideal é que o os consumidores tenham se preparado, feito um planejamento com antecedência e já contem com os recursos assegurados, sem precisar lançar mão de uso de empréstimos e nem atrasar os pagamentos. Conforme a pesquisa da CNDL/SPC Brasil, para 2020, 26% dos entrevistados precisou economizar nas festas e com as compras de Natal para conseguir pagar as despesas de início de ano. Outros 21% guardaram ao menos parte do 13º salário para honrar os compromissos, e 17% disseram ter montado uma reserva ao longo de 2019 para cobrir os gastos no futuro. A pesquisa constatou também que 14% passaram a fazer algum bico para acumular uma renda extra. “Um planejamento financeiro bem feito vai indicar em quais meses há receitas extras, como o 13º salário por exemplo, e meses em que há despesas extras. Portanto quem se preparou vai encarar o início de ano sem sobressaltos”, diz Menegazzo.

Para quem já possui algum tipo de dívida, ao fazer o planejamento financeiro para o ano que se inicia, é importante avaliar a qualidade da dívida. Um exemplo de mau endividamento são os créditos tomados com altas taxas de juros, como o cheque especial e o rotativo do cartão de crédito. “Analise os juros das dívidas, o valor das parcelas, o custo total e o prazo para quitá-las. Quem for tomar recursos emprestados deve fazer boas escolhas pois é possível conseguir linhas de crédito com juros baixos, mais saudáveis, prazos maiores e condições de pagamento melhores, sem comprometer a renda e capacidade de pagamento”, explica Menegazzo.

As cooperativas de crédito têm se mostrado uma excelente alternativa para obtenção de crédito com juros menores do que aqueles encontrados no mercado financeiro. “Na Unicred Aliança por exemplo, há uma linha de crédito, denominada ‘Super Virada’ com taxas e condições favoráveis, especialmente desenvolvida para atender os cooperados neste período do ano, onde é possível parcelar o pagamento das despesas extras sem comprometer o orçamento”, informa o gestor comercial.

Website: https://www.unicred.com.br/alianca/home

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