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LER/DORTs, adoecimentos do trabalho que precisam de divulgação

Por Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Desde que estreie este blog, em 2015, já escrevi umas trezentas vezes sobre as Lesões por Esforços Repetitivos (LER) ou Distúrbios Osteomusculares Relacionados do Trabalho (DORT). Naturalmente, esse número é força de expressão. Agora, uma coisa é certa, esse adoecimento relacionado aos ambientes do trabalho continua fazendo parte das estatísticas do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), que contabilizada os infortúnios laborais. Milhares de trabalhadores que atuam em diversos setores produtivos estão vulneráveis às lesões musculoesqueléticas, causadas por movimentos excessivos e repetitivos. Dados recentes apontam que, em 2018, foram notificados 8.726 casos de LER/DORT, sendo que em 2017 haviam sido 9.882 notificações. No total de registros, desde 2013, foram 53.652 casos. Portanto, o combate às LER/DORT precisa ser realizado entre empregadores e funcionários. Da minha parte, continuo divulgando a importância da prevenção, afinal, Prevenir Sempre Pod. As tendinites e tenossinovites de ombro, cotovelo e punho, as bursites de ombro, as lombalgias e as mialgias (dores musculares) podem ser prevenidas por meio de postura apropriada durante o horário de trabalho; alongamentos periódicos; pausas durante o trabalho; respeito aos seus limites biomecânicos; bom ambiente de trabalho, sempre com respeito aos limites individuais; e estilo de vida adequado, com uma boa qualidade de sono, boa alimentação, condicionamento físico e manutenção da saúde em geral.

 

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