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Pesquisa mostra que há mais de 300 substâncias que desencadeiam a asma ocupacional

Por Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Acho importante repercutir a pesquisa dos norte-americanos Kenneth D. Rosenman e Mary Jo Reilly, da Michigan State University, estudiosos em medicina do trabalho. Eles publicaram um artigo no Blog do NIOSH (National Institute for Occupational Safety and Health), sobre a asma ocupacional. Muitas substâncias presentes nos ambientes de trabalho, como poeiras de algodão, linho, borracha, couro, sílica e madeira vermelha promovem a obstrução das vias respiratórias aéreas.

O trabalho dos pesquisadores amplia essa lista, pois indicou que há mais de 300 elementos identificados como desencadeadores da asma ocupacional. O estudo mostrou que entre 15 e 55% das ocorrências da doença em trabalhadores com idade adulta estão relacionados com a exposição a produtos químicos presentes nos ambientes laborais.

No contexto nacional, a situação não parece ser muito diferente, o que exige ações políticas governamentais, de empresas, profissionais, trabalhadores e pesquisadores, para inserir medidas que reduzam os casos de asma ocupacional. Quem sofre com a asma ocupacional sente dificuldade de respirar e apresenta outros sintomas da asma comum­, como tosse e respiração ofegante, mas geralmente no local de trabalho.

Há outros sintomas mais comuns como tosse, irritação nos olhos, nariz escorrendo, congestão, em vez de o chiado no peito, típico da doença. Medidas de prevenção contra a asma ocupacional devem ser adotadas como os equipamentos de proteção coletivos, uma vez que para o trabalhador que adoece pela exposição às substâncias alérgicas, o tratamento é evitar o local de trabalho, pois é onde se desencadeiam os sintomas.

 

 

 www.segurancaocupacionales.com.br

 

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