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Como a telemedicina atua a favor dos pacientes em tempos de coronavírus

Pandemia declarada pela Organização Mundial de Saúde terá consequências graves em todo o mundo

O mês de março de 2020 ficará marcado como um período de muitas complicações para os brasileiros. Em função da pandemia de coronavírus, declarada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), fronteiras foram fechadas e a circulação de pessoas foi restringida.

A ideia é evitar ao máximo o contato entre as pessoas, de forma que a transmissão do vírus seja reduzida. Para isso, é recomendado que a população fique em casa e saia apenas em casos de extrema necessidade. A regra se aplica a quem precisa de atendimento médico: a prioridade é para os casos mais graves.

Até a metade do mês de março de 2020, em todo o mundo já foram registradas mais de 230 mil pessoas infectadas, sendo que cerca de 9,3 mil faleceram. No Brasil, os primeiros casos foram registrados no início de março e até o presente momento já são mais de 500 infectados e pelo menos 5 mortos.

Coronavírus: o que é e como se prevenir

O coronavírus é um vírus responsável por causar infecções respiratórias e provocar uma doença chamada Covid-19. A contágio se dá por meio do contato do vírus com as mucosas – boca, olhos e nariz. Ele pode ser transmitido até mesmo pelo ar, por gotículas de saliva, espirro ou tosse.

Para se prevenir é preciso lavar as mãos com água e sabão ou álcool em gel. Ao espirrar ou tossir, cubra o nariz e a boca com o antebraço. Se estiver doente, fique em casa e evite aglomerações. Mantenha os ambientes bem ventilados e não compartilhe objetos de uso pessoal, como talheres ou canetas.

Os sintomas da Covid-19 são muito semelhantes aos de uma gripe ou resfriado: febre, cansaço e tosse seca são os mais comuns. Alguns pacientes diagnosticados com o vírus apresentaram ainda dores no corpo, congestão nasal, coriza e diarreia. 

As pessoas idosas ou com doenças crônicas, tais como diabetes, pressão alta ou doenças cardiovasculares, são as mais vulneráveis e podem morrer se não forem diagnosticadas e tratadas. De acordo com a OMS, a taxa de letalidade do vírus está hoje entre 2% e 3% dos casos confirmados.

A recomendação dos especialistas é para que para aqueles que apresentarem sintomas procurem atendimento médico apenas se a situação se agravar. Sintomas como falta de ar, por exemplo, denotam um quadro mais emergencial e terão prioridade.

Para a maioria das pessoas, os sintomas do coronavírus serão similares aos de uma gripe forte, mas sem maiores consequências para o organismo. Já pessoas mais frágeis ou com saúde debilitada devem redobrar a atenção, pois contrair o vírus pode ser fatal. 

Evite notícias falsas e saiba como se proteger

Um dos grandes problemas com o qual temos que lidar é a propagação de notícias falsas. Sem saber, muitas pessoas acabam repassando via redes sociais e mensageiros formas de tratamento e soluções caseiras, que não têm nenhuma comprovação científica.

Ao menos por enquanto, infelizmente, não existe um tratamento efetivo contra a Covid-19. Aos pacientes infectados, medicamentos para aliviar os sintomas têm sido administrados, mas eles não são suficientes para imunizar o organismo contra o vírus.

Da mesma forma, não existe ainda uma vacina contra o coronavírus. Cientistas de diversas partes do mundo estão estudando formas de criar um medicamento que seja capaz de combater o vírus, mas mesmo os trabalhos mais avançados ainda estão em fase de testes.

Assim, o tratamento que vem sendo indicado para pacientes infectados é o repouso absoluto e o consumo de muita água. Os pacientes não devem utilizar nenhum tipo de medicamento sem orientação médica. Há ainda a orientação para que medicamentos com ibuprofeno, corticoides e aspirina também não devem ser utilizados pelos infectados. 

Embora se propague pelas gotículas de saliva, tosse ou espirro, o vírus pode permanecer vivo por até cinco dias em determinadas superfícies. 

Como possui uma cápsula de gordura protetora, é preciso quebrá-la para neutralizar o vírus. Esse processo pode ser realizado com facilidade por produtos de limpeza como desinfetantes, água e sabão, água sanitária e álcool 70%.

A principal recomendação: fique em casa

Para minimizar as chances de contágio, o Ministério da Saúde orienta os brasileiros que fiquem em casa durante esse período. Muitos serviços públicos foram paralisados e empresas adotaram a modalidade de home office para evitar deslocamentos desnecessários.

Voos internacionais estão suspensos, assim como a entrada em diversos países. É preciso desacelerar o ritmo de infectados em todos os países, de forma que os sistemas de saúde dêem conta de tratar os casos mais graves. Caso contrário, pode ocorrer um colapso no sistema de saúde, aumentando o número de pacientes graves sem possibilidade de tratamento.

A telemedicina e o coronavírus

De acordo com os especialistas, a telemedicina vem desempenhando um papel fundamental no combate à pandemia no mundo. A investigação à distância dos aspectos clínicos do paciente  é fundamental no acompanhamento da doença e evita o risco de aumento da contaminação, no caso de desnecessário deslocamento do doente.

A telemedicina também protege os médicos, que podem continuar a contribuir com o tratamento dos pacientes sem precisar sair de casa. Um bom exemplo dessa prática, já bem desenvolvida no Brasil, é a telerradiologia, que permite que médicos radiologistas examinem imagens de pacientes à distância.

 

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