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Prevenção contra os riscos ocupacionais deve continuar, mesmo com decreto de Bolsonaro

Por Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Há uma frase infame que circula nas redes sociais, que diz que é melhor ficar falido do que ser um falecido. Essa citação está relacionada ao fato de que o governo deve concentrar-se prioritariamente na prevenção da disseminação pelo Covid-19, em vez de pensar nos efeitos econômicos causados pela pandemia.

A questão não é simples, pois sem ocupação, e com empresas quebradas, o trabalhador poderá morrer de fome. Ao governo, entretanto, cabe estabelecer estratégias racionais, técnicas e que estimulem a continuidade da roda da economia. Haverá, infelizmente, um agravamento da crise de emprego originada pela paralisação de boa parte da atividade econômica no País que pode, sim, ser pior do que o próprio coronavírus.

Em função desse quadro, o governo editou nova Medida Provisória (MP 927), que fixa a relação entre empresas e trabalhadores durante a pandemia. Entre as medidas de interesse deste blog, destaca-se a suspensão de exigências administrativas em segurança e saúde do trabalho.

Aos setores de segurança do trabalho das empresas, recomendo que mantenham sua gestão de SST adequada à prevenção dos riscos aos quais estão expostos seus empregados.

 

 

www.segurancaocupacionales.com.br

 

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