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Análise de exposição ao calor requer conhecimento do avaliador da NR 15

Por Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

A política de confinamento contra o ‘vírus chinês’ adotada por governadores e prefeitos busca proteger a população, para que não fique exposta ao vírus. Antes de ir ao tema do blog, que é SST, registro um escárnio com a inteligência da população em razão do Covid-19.

Em Salvador, é possível encontrar um cartaz numa praça de um bairro de classe média, dizendo: “Fique em casa que o vírus vai embora!”. Agora, trago uma exposição na gestão ocupacional que realmente precisa de perícia e competência, sem brincadeira: avaliação de exposição ao calor. Inclusive, se as medidas contra esse agente não forem adotadas, a exposição ao calor pode ser caracterizada como insalubre, caso alguns requisitos sejam atendidos.

Segundo o anexo III da norma regulamentadora 15, que trata de trabalho insalubre, exposição ao calor deve ser medida pelo do Índice de Bulbo Úmido e Termômetro de Globo – IBUTG. Os aparelhos de medição podem ser o termômetro de bulbo úmido natural, termômetro de globo e termômetro de mercúrio comum. Para fazer a medição, o trabalhador precisa permanecer no local onde labora, com o termômetro posicionado na altura mais atingida pelo calor em seu corpo. Os limites de tolerância são definidos a partir do local onde será o descanso do empregado, considerado o regime intermitente de trabalho.

Outro aspecto a ser considerado é o tipo de atividade, que deve ser classificada como leve, moderada ou pesada. Todos os itens devem ser comparados com os dados do anexo III da NR 15.

 

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