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NR 35 e seus sistemas de proteção

Por Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

O operário que precisa subir, seja em escada, andaimes ou cadafalso, acima de dois metros de altura, está exposto a inúmeros riscos, e o principal deles é a queda. Há inúmeras situações em cada tarefa, que precisam ser previamente analisadas pelos profissionais de segurança, para impedir que acidentes aconteçam. Assim, toda operação em altura requer o conhecimento e uso do SPIQ (Sistemas de Proteção Individual contra Queda).

O SPIQ engloba diversos equipamentos, entre os quais estão o cinturão de segurança industrial; cinturão de segurança para trabalhos suspensos; talabarte para posicionamento; talabarte simples com absorvedor de energia; talabarte (Y) duplo com absorvedor de energia; absorvedores de energia; trava quedas retrátil; linhas de vida vertical e trava quedas para corda; cordas estáticas; linha de vida vertical fixa e trava queda para cabo de aço; linha de vida horizontal temporária; linha de vida horizontal permanente; mosquetões e ganchos de ancoragem; entre outros.

A norma regulamentadora 35, que trata do trabalho em altura, precisa de alterações, envolvendo, entre outros sistemas, o talabarte de retenção de quedas. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ANBT) dispõe de norma técnica com requisitos para garantir impactos abaixo dos 6 kN nos testes de queda dinâmicos. Mas é importante lembrar que os EPIs contra queda, que são certificados segundo as normas de 2010, devem buscar, num futuro próximo, sua certificação no âmbito do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia).

 

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