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Fiscalização não é para inglês ver

Por Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

Chegamos a um momento no País em que é preciso revelar: a grama é verde, meu povo! Transportando essa obviedade à área de segurança do trabalho, reavivo a memória dos responsáveis pela gestão de SST das empresas: ao inspecionar as instalações de um estabelecimento empresarial, o auditor fiscal, um servidor federal, tem como tarefa orientar e fiscalizar sobre as condições de trabalho de segurança, aplicar multas, embargar obras e interditar setores de serviços, máquinas, equipamentos e quaisquer atividades que estejam oferecendo risco grave e iminente à saúde e integridade física dos trabalhadores.

Se algum setor de maior risco não estiver de acordo com as medidas de segurança, não adianta tentar impedir que o servidor entre nessa área. Isso porque a lei assegura ao auditor fiscal o livre acesso a todas as dependências da empresa, mas, é evidente que ele, inicialmente, deve apresentar sua carteira de identidade funcional, fornecida por autoridade do governo. Assim, ninguém deseja que o fiscal seja arbitrário, corrupto e incompetente.

Por sua vez, a empresa deve estar em dia com a documentação que comprova que as medidas de segurança estão sendo tomadas em prol da saúde e segurança dos empregados.

 

www.segurancaocupacionales.com.br

 

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