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Gestão de risco e cultura da segurança no setor aquaviário que impeçam novas tragédias

Por Emily Sobral Twitter: @EmilySobral       Periscope: @emiliasobral61

O naufrágio da embarcação Rebocador Oceano I, no Espírito Santo, em que um trabalhador continua desaparecido, desde o último dia 4, mostra a necessária prevenção aos riscos no setor aquaviário.

Obviamente, além do naufrágio, uma embarcação mantém diversos outros riscos que precisam ser mitigados. Por exemplo, no momento da atracação dos navios, há chance de encalhes, bem como risco aos tripulantes devido ao sistema de defensas (aparelho para impedir que a embarcação colida contra o cais), paramentos, dolfins, entre outros.

Há também instalações portuárias obsoletas, bioincrustração, águas oleosas, emissões de CO, CH4, N2O fora de padrões aceitáveis e água de lastro (utilizada pelos navios para compensar a perda de peso decorrente sobretudo do desembarque de cargas). Ou seja, não é somente o risco de naufrágio que envolve um navio, mas todo o conjunto para sua operação.

Assim como uma excelente análise de risco é necessária, deve-se investir no capital humano, oferecendo treinamento, já que dentro desse sistema operacional, o trabalhador é o elo mais fraco.

 

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