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Vandalismo em Brasília: é preciso valorizar e reconhecer o trabalho dos profissionais da limpeza

Trabalhadores do setor de asseio e conservação exercem um papel importante na limpeza e manutenção de espaços públicos que são alvo de depredação

Os atos de vandalismo ocorridos no início do ano, em Brasília, por suas proporções, chamou a atenção da população e de autoridades para o trabalho importante e necessário dos profissionais de asseio e conservação. Porém, a limpeza de espaços públicos que sofrem com depredações faz parte da rotina diária de muitos trabalhadores, sobretudo nos grandes centros urbanos.

“A exposição na mídia e nas redes sociais do trabalho dos profissionais de limpeza realizado logo após os eventos do dia 8 foi significativa do ponto de vista de reconhecimento da profissão. Mostrou aquilo que defendemos na Facop: que a limpeza profissional é a primeira parte de qualquer atividade, ou seja, até para os governantes conseguirem atuar, é preciso primeiro que o profissional de limpeza atue. Esse profissional é, então, muito mais importante do que a maioria das pessoas imagina”, afirma o coordenador de cursos da Fundação de Asseio e Conservação, Serviços Especializados e Facilites (Facop), Mário Guedes.

Para Guedes, outro ponto positivo das divulgações, é que elas mostraram que, embora seja realizado de forma discreta, o trabalho é feito por pessoas – e que esses profissionais também são desrespeitados quando há casos de vandalismo e depredação em qualquer espaço público.

“O evento em Brasília chamou bastante a atenção, claro, mas convivemos com isso no nosso dia a dia. E sempre há vandalização dos espaços públicos, há muita sujeira e muito trabalho para os profissionais da área. Então, é fundamental o cidadão pensar: ‘Eu não posso vandalizar esse espaço, porque vou estar criando uma demanda extra para essas pessoas’”, analisa. Isso se reflete também em saúde e bem-estar para todas as pessoas que têm acesso aos espaços públicos, inclusive aquelas que praticam atos de vandalismo.

Capacitação

Conforme Guedes, o caminho para a adequada valorização dos profissionais de asseio e conservação ainda é longo. O coordenador da Facop defende que é preciso valorizar o profissional antes de tudo e que é importante oferecer capacitação, produtos, equipamentos e maquinários adequados para a padronização e realização dos serviços com segurança e qualidade. “É isso que vai garantir que a limpeza seja feita de forma adequada e segura tanto para os profissionais quanto para aqueles que vão usar os espaços limpos por eles – e, consequentemente, impacte positivamente a saúde de todos”.

 

A FACOP 

A Fundação do Asseio e Conservação Serviços Especializados e Facilites atua desde 2002 por meio de um esforço conjunto entre os sindicatos patronal (SEAC-PR) e laboral (Siemaco) do setor do asseio e conservação. Saiba mais: https://facop.org.br/

Desde sua criação, a FACOP tem em seu DNA o pioneirismo, trazendo a trabalhadores e empresas do setor o melhor em qualificação e capacitação, e atuando como uma extensão das empresas quando o assunto é seleção de profissionais para vagas de emprego e no que se refere à medicina e segurança do trabalho.

Assim, com suas três unidades de negócio – Centro de Educação Profissional Nahyr Kalckmann de Arruda (CEPNKA), Central de Empregos e SESMT Coletivo – a FACOP oferece ao setor a solidez de um trabalho realizado com seriedade e, sobretudo, com retorno de valor para o empresariado, que pode contar com a Fundação para a melhoria constante de seus serviços.

 

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