PATSaúde Ocupacional

Governo adia fiscalização e multa, mas negligência à saúde mental já cobra preço alto nas empresas

Mesmo sem punição até 2026, especialistas alertam que negligenciar a saúde mental dos trabalhadores pode gerar afastamentos, ações judiciais e prejuízos à imagem corporativa.

A decisão do governo de adiar para 2026 a fiscalização da norma que obriga empresas a mapear riscos psicossociais pode ter um efeito colateral perigoso: levar empregadores a relaxar justamente quando o Brasil enfrenta sua maior crise de saúde mental no trabalho em uma década. Em 2024, o país registrou mais de 470 mil afastamentos por transtornos como ansiedade e depressão — o maior número desde 2014.

SUGESTÃO DE FONTES: Especialistas alertam que, mesmo sem multa, o passivo jurídico e reputacional de não agir preventivamente já é real. A Andersen Ballão Advocacia, com sua equipe de Direito do Trabalho, e a BM Finance Group, com foco em gestão de pessoas e compliance, estão disponíveis para comentar os impactos dessa flexibilização e os riscos de tratar o tema como uma “opção”.

SUGESTÃO DE PERSONAGEM: A Gateware, empresa de tecnologia que já adota 10 práticas de proteção à saúde mental de sua equipe, pode ser personagem da matéria e mostrar que é possível — e estratégico — agir antes da pressão regulatória.

Artigos relacionados

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo