Apura representa o Brasil na Dinamarca durante o maior evento global de resposta a incidentes cibernéticos
Durante a 37º Annual FIRST Conference, em Copenhague, na Dinamarca, a empresa reforça sua atuação com tecnologias como o BTTng, que permite rastrear, analisar e gerar insights sobre ameaças que transitam nas camadas mais profundas e obscuras da internet
A empresa brasileira de inteligência cibernética, Apura Cyber Intelligence, embarca, mais uma vez, em uma missão que ultrapassa fronteiras. Até 27 de junho, em Copenhague, na Dinamarca, a empresa representa o Brasil no maior encontro mundial de resposta a incidentes cibernéticos. Organizado pelo First (Fórim de Resposta a Incidentes e Times de Segurança), o evento reúne mais de mil especialistas de todo o mundo. E a Apura não só participa: chega como uma das patrocinadoras do congresso, lado a lado com as maiores potências do setor.
Mais do que marcar presença, o que impulsiona a empresa é seu papel ativo no enfrentamento ao cibercrime em escala global. “A cooperação internacional é essencial. O crime é global, e a resposta também precisa ser. Por isso, estar nesse ambiente é estratégico não só para nós, mas para o ecossistema de segurança digital como um todo”, afirma Sandro Süffert, CEO da Apura.
Sandro Suffert, CEO da Apura
Suffert e Anchises Moraes, Head de Threat Intelligence da empresa e um dos principais nomes da cibersegurança no Brasil, serão os representantes da Apura nessa jornada, que não tem como objetivo só absorver conhecimento, mas compartilhar, construir e fortalecer pontes.
O Brasil no mapa da inteligência cibernética global
A participação no evento é, na verdade, a extensão de uma atuação que a Apura já faz todos os dias, monitorando ameaças, desmantelando redes criminosas, entregando inteligência para empresas, governos e grandes players globais. E com uma credencial de peso: a tecnologia proprietária BTTng, que permite rastrear, analisar e gerar insights sobre ameaças que transitam nas camadas mais profundas e obscuras da internet.
“Ser parceiro na construção do relatório anual da Verizon, um dos mais respeitados do mundo, é um reflexo do nosso compromisso em gerar dados relevantes, precisos e acionáveis para proteger organizações em escala global”, reforça Sandro.
Além dos reports periódicos, a Apura também participa ativamente de fóruns e coalizões internacionais, sempre com o olhar voltado para o enfrentamento dos riscos cibernéticos, que se sofisticam e se multiplicam na mesma velocidade que os negócios digitais crescem.
Durante uma semana, o encontro reúne os maiores especialistas, líderes e pesquisadores do mundo em cibersegurança. “É onde discutimos, de forma direta e técnica, como enfrentar e responder às ameaças emergentes, nos preparar frente às tendências em ataques e, principalmente, como fortalecer a resposta global ao crime digital”, explica Anchises Moraes. “A inteligência de ameaças permite conhecer e prever o comportamento dos cibercriminosos e fraudadores, agilizando o tempo necessário para uma empresa responder a um incidente de segurança, onde qualquer minuto de interrupção dos sistemas pode representar um prejuízo milionário para as organizações”.
O evento é só uma fotografia de uma atuação que acontece 365 dias por ano. E, para a Apura, estar ali, de igual para igual com as maiores potências do setor, é mais do que reconhecimento: é a confirmação de que inteligência cibernética também se faz — e muito bem — no Brasil.
“Nosso compromisso é com a excelência técnica, com a inovação e com a construção de um ecossistema mais resiliente, mais seguro e mais preparado para os desafios globais da cibersegurança”, finaliza Sandro.
Sobre a Apura: https://apura.com.br/
Sobre o 37º Annual FIRST Conference: https://www.first.org/conference/2025/



