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Confira os destaques do segundo dia da FISP e Fire Show que seguem até o dia 8 no São Paulo Expo.

Ambientes críticos exigem estratégias específicas para prevenção e combate a incêndios

Proteger ambientes críticos contra incêndios exige muito mais do que equipamentos: é preciso entender os riscos específicos de cada operação e adotar estratégias capazes de responder às características de cada instalação. Data centers, indústrias, hospitais e centros logísticos, por exemplo, estão sujeitos a diferentes tipos de ameaças e demandam soluções de proteção projetadas de acordo com os materiais, processos e particularidades de cada ambiente.

Durante a 16ª edição da Fire Show, realizada em paralelo à FISP, profissionais poderão conhecer de perto uma ampla variedade de tecnologias, equipamentos e soluções desenvolvidos para atender aos diferentes desafios da proteção contra incêndios. As marcas expositoras apresentam novidades e aplicações que mostram como a inovação e a tecnologia vêm ampliando a capacidade de prevenção, resposta e segurança em instalações de alta complexidade.

Para Leonardo Ferreira, supervisor da Kidde Global Solutions, a proteção deve começar pela identificação de condições que possam levar a um incêndio. “A gente tem sistemas de detecção e alarme de incêndio, sistemas de monitoramento de características físicas, como um gás inflamável ou um potencial elétrico ruim de uma instalação, que permitem prevenir talvez um curto-circuito que poderia virar um incêndio. E também temos sistemas de extinção, como extintores e sistemas fixos de extinção por gás”, afirma.

O bombeamento é outro componente que precisa estar adequado ao projeto e às exigências técnicas de cada instalação. Guilherme Binatto, gerente comercial da LS Fire, destaca a atuação da empresa com conjuntos motobomba elétricos e a diesel, além de soluções certificadas para sistemas de combate a incêndio. “Nosso forte é o sistema de bombeamento para combate a incêndio. Existem normas para isso e a gente segue todas elas. O nosso destaque hoje é o Facts, um sistema de monitoramento e acompanhamento autônomo da casa de bomba, que testa e monitora o sistema”, explica.

A compartimentação também tem papel importante na contenção do fogo e na proteção de áreas que precisam permanecer operacionais. Diego Dall’Agnol, CEO da Global América, apresenta soluções como cortinas corta-fogo, sistemas para linhas industriais, detecção e combate sem fio e bombas de incêndio. “A gente está tentando trazer um portfólio amplo, justamente para atender todos os níveis daquilo que os clientes possam necessitar nas obras que eles realizam. O mercado está se reinventando e buscando novas soluções, mas existe uma preocupação cada vez maior com certificação, autorização e atendimento às exigências de segurança”, diz.

IA reforça a prevenção de riscos no trabalho

No segundo dia do 27º COBRASEMT, o painel “Tecnologia e Inteligência Artificial a serviço da proteção do trabalhador” reuniu especialistas para debaterem quando e como a tecnologia de IA pode ser efetiva na prevenção de riscos no trabalho. Para estimular a troca de ideias entre os debatedores, o encontro contou com a apresentação de Eduardo Ferro dos Santos, Professor Associado e Livre Docente na Universidade de São Paulo.

Santos propôs olhar a IA como uma ponte que ajuda o profissional a chegar mais rápido ao seu objetivo. “A tecnologia tem que ser vista por nós como uma ferramenta, não como substituta de um profissional”, afirmou. “Por isso, antes de pensar em qual ferramenta usar, é preciso saber qual o propósito, para qual finalidade será aplicada. A IA entrega dados, e transformá-los em informação, conhecimento e sabedoria depende do contexto e do ser humano.”

No contexto de SST, o professor salientou que diante do volume de variáveis com as quais lidam os profissionais da área, como ruído, temperatura, iluminação, agentes químicos, organização do trabalho, riscos biomecânicos e psicossociais, a prevenção não pode prescindir de uma ferramenta tão potente como a inteligência artificial, desde que se tenha critérios claro de como será utilizada. Entre as aplicações, citou a escrita de relatórios, planejamento de treinamentos, análise preditiva a partir de dados de prontuários e criação de painéis e aplicativos.

Para Santos, o momento pede uma nova competência, que ele classifica como inteligência digital. “Não é apenas saber qual IA usar, mas como se comunicar com a ferramenta com segurança e ética”, afirmou.

IA no monitoramento de ruído

Em sua apresentação, Edgar Bull, Engenheiro de Segurança do Trabalho e Perito Judicial, trouxe para a conversa a aplicação da IA no monitoramento do ruído ocupacional. Ele apresentou a tecnologia em desenvolvimento que faz leitura contínua do ambiente e calcula a dose de ruído por jornada, parametrizada de acordo com a NHO 01 ou a NR-15, enviando alertas remotos à sala de SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho) em casos de desvios.

“A proposta é utilizar a IA para mudar o que orienta a avaliação do ruído. Em vez de responder apenas quanto de ruído há no ambiente, a resposta também inclui onde e por quê? É a evolução de ter somente um número isolado e ter um entendimento mais completo do problema”, explicou.

Foi a partir dessas duas apresentações que o painel seguiu com os demais especialistas que apresentaram suas respectivas visões e experiências sobre o tema. Além dos palestrantes, compuseram a rodada de debate Áureo Pasqualeto, Engenheiro de Segurança do Trabalho da Associação Nacional de Docentes de Engenharia de Segurança do Trabalho (ANDEST), Dalessandro Ribeiro, Diretor Financeiro e Comercial da Associação Catarinense de Engenharia de Segurança do Trabalho (ACEST), João Guilherme Rocha, Diretor de Comunicação da Associação Brasileira de Empresas de Segurança e Saúde no Trabalho (ABRESST) e Victoriano Anguis Terrazas, ex-presidente da Asociación Latinoamericana de Seguridad e Higiene en el Trabajo (ALASEHT).

Recepção do público

A abordagem do painel foi bem recebida pelo público. Fábio Lima, Assistente de Projetos da Agência Brasileira de Gestão do SUS (AgSUS), em Brasília (DF), destacou que o crescimento da IA na saúde ocupacional tem sido substancial. “Aprendemos aqui uma série de formas de se aplicar a inteligência artificial no dia a dia de quem atua na área de segurança do trabalho, que está alinhado ao crescimento das tecnologias digitais”, afirmou.

Já Fábio Júnior Strapasson, Coordenador do SESMT de uma cooperativa catarinense, ressaltou: “Os participantes do painel trazem informações vividas por eles no dia a dia, com embasamento técnico e legal. Acho que eventos como este deveriam ser difundidos em todas as regiões do país”.

Vestimentas de proteção avançam em leveza e especificidade para diferentes riscos

Linhas Tychem 2000 e Tychem 4000 da DuPont

A busca por mais segurança, conforto e mobilidade vem impulsionando a evolução das vestimentas de proteção utilizadas por profissionais expostos a diferentes tipos de riscos. A nova geração de materiais e tecnologias procura combinar proteção adequada, menor peso e maior ergonomia, características cada vez mais importantes para atividades realizadas durante longas jornadas de trabalho.

Na FISP 2026, que segue até o dia 8 no São Paulo Expo, os fabricantes apresentam ao mercado os avanços que estão transformando os equipamentos de proteção utilizados no dia a dia dos profissionais.

A Cencicia aposta no desenvolvimento de tecidos 100% inerentes para vestimentas de proteção contra chamas e riscos associados a fogo repentino e instalações elétricas. Roberto Cenci, diretor de operações da empresa, destaca que o material foi desenvolvido no Brasil com menor gramatura e foco em conforto e durabilidade. “Estamos lançando o primeiro tecido inerente, com fibras resistentes ao fogo, fabricado no Brasil. Ele é muito mais leve, mais confortável, tem menor absorção de suor e maior resistência e solidez de cor. O produto é destinado principalmente aos mercados de óleo e gás e de instalações elétricas”, afirma.

Para aplicações envolvendo calor e metais fundidos, a especificidade do material também é determinante. Pedro Henrique, CEO da Suprema Luvas, destaca o Alumaxx, tecido desenvolvido para vestimentas de proteção térmica e voltado à indústria de alumínio. “A engenharia desse tecido combina lã, Lenzing FR e poliamida de alta tenacidade, proporcionando resistência, toque macio e isolamento térmico, além de reduzir a aderência do alumínio ao tecido. Com 330 g/m², o material oferece proteção contra respingos de metais fundidos, calor radiante, chamas e outros riscos presentes nas fundições”, explica.

Já em ambientes com exposição a agentes químicos e outros riscos industriais, a escolha da vestimenta precisa considerar as características específicas da operação. Karen Ranocchia, gerente de Marketing para a América Latina da DuPont Personal Protection, destaca as linhas Tyvek®, Tychem® e ProShield®, utilizadas em setores como indústria química, mineração, energia, manufatura, resposta a emergências e serviços especializados. “Em uma operação industrial, a escolha da vestimenta de proteção precisa partir do risco que o profissional realmente enfrenta. Não existe uma solução única para todas as aplicações, e decisões adequadas dependem de informação técnica, conhecimento sobre o cenário de exposição e treinamento para o uso correto do equipamento”, afirma.

Tecnologia e proteção que atravessam fronteiras

Proban leva à Fire Show tecnologias voltadas à proteção contra chamas

A presença de 34 países na FISP e Fire Show amplia a conexão entre diferentes mercados e mostra a diversidade de tecnologias e experiências que hoje fazem parte do setor de segurança e proteção. Entre os participantes estão empresas que já atuam no Brasil e que aproveitam o encontro para apresentar soluções e discutir as oportunidades do mercado nacional.

A Rotarex Brasil, de Luxemburgo, apresenta sistemas de combate a incêndio para diferentes aplicações. Segundo Cássio Mioti, coordenador de vendas, a empresa trabalha com sistemas de inundação total, agentes limpos, gases inertes e water mist, além de soluções de proteção local para cozinhas industriais e comerciais. “Estamos no Brasil há mais de 25 anos, pois é um mercado muito grande e que está sempre em evolução. Então, sempre há expansão e novas oportunidades”, afirma.

Da Inglaterra, a Proban leva tecnologias voltadas à proteção contra chamas. Tomas Baborsky, gerente de desenvolvimento de negócios, destaca que a empresa alia a tecnologia ao controle dos materiais utilizados. “Temos um laboratório na Inglaterra que está testando todos os lotes de tecido que estão sendo produzidos com fornecedores que usam nossa tecnologia aqui no Brasil”, explica.

Já a Portwest, da Irlanda, apresenta vestimentas com tecnologias de proteção e destaca a amplitude do mercado brasileiro de equipamentos de proteção individual. “O Brasil é um grande potencial no mercado de EPIs. A gente tem uma gama gigantesca, desde óleo e gás, indústria alimentícia, automotiva, química e farmacêutica”, diz Yuri Rios, gerente nacional da empresa.

Os desafios de adaptar respiradores e protetores à diversidade anatômica

Dentro das indústrias e canteiros de obras, a presença de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) como máscaras e protetores auriculares costuma ser sinônimo de ambiente seguro. No entanto, especialistas alertam que a proteção indicada nas embalagens dos produtos – o chamado desempenho nominal – pode não corresponder à realidade enfrentada no chão de fábrica. A eficácia real contra ruídos e contaminantes também depende de variáveis humanas: o ajuste individual, a colocação correta e a vedação perfeita no corpo do trabalhador. Para garantir essa eficácia, empresas começam a adotar em larga escala o chamado Fit Test (Ensaio de Vedação), procedimento de segurança do trabalho usado para verificar se a máscara ou respirador se ajusta perfeitamente ao rosto de cada trabalhador.

Para a engenheira e especialista em segurança no Trabalho, Giorgia Rafaela, que participou do Painel Respiratória – Ensaio de Vedação (TIL – Portaria MTE 672), do Espaço Técnico SST durante a FISP 2026, a Portaria MTE nº 672 tornou a gestão de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e a implementação do Programa de Proteção Respiratória (PPR) uma urgência jurídica e financeira incontornável para as empresas. “A norma acabou com a cultura de apenas entregar o EPI sem comprovar sua real eficácia técnica.”

Na opinião de Giorgia, a combinação entre a Portaria 672 e a NR 01 removeu qualquer espaço para a informalidade na proteção respiratória. “O programa deixou de ser meramente uma recomendação sob os olhos da fiscalização e tornou-se parte vital do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) de qualquer empresa.” Ela pontua que o mercado brasileiro ainda sofre com uma grande carência na aplicação prática dessas obrigações.

Para Fernando Pessoa, gerente de Vendas da Dräger Safety do Brasil, expositora da FISP, dificilmente as empresas conseguirão implementar o Fit Test como determina a portaria. “Sem dúvida ele é muito importante. Mas há um grande desafio da segurança do trabalho que está na diversidade da anatomia humana. Formatos de rosto, linhas de mandíbula, cicatrizes e as dimensões do canal auditivo variam drasticamente entre indivíduos. Por essa razão, um respirador ou protetor auricular considerado de alta tecnologia pode funcionar perfeitamente para um colaborador e falhar gravemente para outro. Sem uma checagem personalizada, a proteção fornecida torna-se estritamente teórica. A pessoa entende que o correto seria individualizar a análise e repetir o Fit Test a cada seis meses, pois pode haver mudanças na pessoa e o ajuste do respirador não será o mesmo”, explica

Já o Gerente de Qualidade da Ultra Safe Thiago Rainetti a exigência de Certificado de Aprovação pela NR 6 (Norma Regulamentadora nº 6) que assegura a conformidade e tranquilidade para quem usa os EPIs. “Primeiro, o fabricante precisa contratar uma empresa certificadora que irá analisar todos os documentos sobre determinado EPI. Depois serão enviadas amostras para testes em laboratório certificado que fará os testes normativos e então poderá ser emitido o Certificado de Aprovação.”

Rainetti, que trabalhou por 16 anos no Laboratório Falcon Bauer, especializado em teste de EPIs, lembra que, mesmo depois de obter o CA, os EPI passarão por testes periódicos, chamados de manutenção. “São refeitos todos os testes para verificar se mantêm as qualidades de segurança exigidas pela NR6.”

Saúde mental, leis e inclusão no trabalho

As transformações tecnológicas e a constante pressão por produtividade redesenharam por completo as ameaças à integridade dos trabalhadores, exigindo uma evolução profunda nos conceitos legais e preventivos que regem o mercado de trabalho. Hoje, garantir a saúde mental no ambiente corporativo transformou-se em um desafio complexo, que exige das empresas um equilíbrio rigoroso entre o cumprimento da legislação trabalhista, o monitoramento de fatores psicossociais e a efetiva inclusão social por meio das cotas para Pessoas com Deficiência (PCD).

Essa foi a conclusão do painel “Saúde mental, fatores psicossociais, cotas PcD e os desafios do trabalho contemporâneo”, durante o 27º COBRASEMT – Congresso Brasileiro de Segurança e Medicina no Trabalho, que acontece na FISP.

Nesse cenário, atualizações na Norma Regulamentadora 1 (NR-1) passaram a exigir explicitamente que as companhias identifiquem e mitiguem os riscos psicossociais dentro de seu Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), lembrou Alice Almeida Leite, procuradora da Procuradoria Regional do Trabalho da 2ª Região. “Essa mudança ganha força com a inclusão da Síndrome de Burnout na classificação CID-11 da OMS como um fenômeno ligado ao trabalho, o que, sob a ótica jurídica, facilitou o estabelecimento do nexo causal e equiparou o esgotamento profissional ao acidente de trabalho, garantindo direitos previdenciários e estabilidade.”

Ao mesmo tempo, as empresas enfrentam o desafio da inclusão real exigida pela Lei de Cotas (Lei nº 8.213/91), que abrange a deficiência psicossocial (mental ou intelectual), conforme o Estatuto da Pessoa com Deficiência, segundo Eduardo Marcatto, vice-presidente da ABRESST – Associação Brasileira de Empresas de Segurança e Saúde no Trabalho. “Historicamente, o mercado demonstra forte resistência e prioriza deficiências físicas leves devido ao estigma e ao despreparo das lideranças.”

Já Eduardo Milaneli, CEO e sócio-investidor da FAP Online, destacou as mudanças geracionais no mundo do emprego, pontuando que a geração atual exige mais das empresas ao inverter a cultura desenvolvida. “Essa geração define onde quer trabalhar e não se preocupa em deixar um emprego. Ou seja, não é o empregado que despede, mas o empregado que sai por não ter gostado da empresa.”

Segurança em altura vai além da prevenção, destaca especialista em controle de sangramento

O controle de sangramento no resgate em trabalho em altura foi o tema da palestra de Roberto Gaspar, Instrutor de Acesso por Cordas e Coordenador de Resgate Técnico Industrial. A atividade fez parte da programação do Espaço Técnico SST, promovido pela ABNT/CB32 – CTEN Animaseg, durante a FISP, que segue até o dia 8 no São Paulo Expo. A apresentação defendeu que as equipes que atuam em altura estejam preparadas, com treinamento e equipamento, para atender a vítima no próprio local do trabalho.

Gaspar abriu a palestra com uma pergunta sobre o quanto as empresas estão dispostas a investir em proteção: “Quanto que vale uma vida? Quanto que a gente está disposto a investir dentro da nossa empresa, com os nossos colaboradores, para garantir a saúde e a integridade, não só do trabalhador da empresa, mas das pessoas que estão próximas ou para quem a gente está prestando serviço?” E lembrou: “Por mais que você tenha especialização, conhecimento, se você não tiver as ferramentas certas no local certo, na hora que precisa, não vai resolver.

No caso de sangramentos graves, Gaspar explicou sobre o uso e variedade de tipos de torniquetes, além de suas aplicações nos casos de emergência. A partir disso, deu exemplos nos quais o salvamento em altura e o controle de sangramento nessas condições devem ser considerados na segurança do trabalho.

“Quando a gente fala em acesso por cordas, isso inclui manutenção predial, manutenção industrial, onde o profissional vai estar pendurado, ou em uma escada. Muitas vezes com uma ferramenta como esmerilhadeira, furadeira ou um estilete”, ilustrou. “Para essas situações, o ponto de partida deve ser um plano de resgate previsto na NR-35, que não envolve apenas o resgate, não é só tirar a pessoa de lá, é atender lá em cima, porque se a pessoa tiver um sangramento grave, não dá tempo de descer para depois estancar”, explicou.

O público presente na palestra se mostrou satisfeito com o tema e as informações passadas. Foi o caso de Fábio Brandi, Bombeiro Civil Autônomo em Campinas (SP), que também atua como socorrista. “Ele inovou porque comentou, além do controle de hemorragia, como isso pode ocorrer em trabalhos em altura. É uma visão muito interessante que muitas vezes não é devidamente considerada pelas empresas”, afirmou.

Serviço:

Fisp – 25ª Feira Internacional de Segurança e Proteção | Fire Show – 16ª International Fire Fair

Data: 6 a 8 de outubro de 2026

Horário da feira: das 13h às 20h

Local: São Paulo Expo (Pavilhão Play Safer – Pavilhão 8)

Endereço: Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP

 

27º COBRASEMT

Data: 6 a 8 de outubro de 2026

Horário: das 14h às 19h

Mais informações acesse aqui


Credenciamento e informações: feirafisp.com.br | fireshow.com.br

Programação Pavilhão Play Safer: acesse aqui

 Galeria de fotos FISP 2026: acesse aqui

Galeria de fotos Fire Show 2026: acesse aqui

Sobre a Fiera Milano Brasil
A Fiera Milano Brasil é a filial brasileira da Fiera Milano, um dos maiores players de feiras e congressos do mundo, que reúne todos os anos cerca de 30 mil expositores e mais de cinco milhões de visitantes. No Brasil, a companhia realiza nove feiras que representam setores fundamentais da economia — segurança, energias limpas e renováveis, tubos e conexões, cabos, saúde no trabalho, tecnologias em reabilitação, inclusão e acessibilidade, entre outros. Fazem parte do portfólio marcas como Exposec, Fisp, Fire Show, Fruit Attraction São Paulo — em parceria com a IFEMA Madrid —, Reatech, Tubotech, Wire Brasil e Esquadria Show, em parceria com a NürnbergMesse Brasil. Mais informações acesse aqui

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