Como o corretor de planos de saúde atua na prevenção do adoecimento mental nas empresas
Com NR-1 obrigando empresas a gerenciar riscos psicossociais e Brasil ainda líder mundial em ansiedade, especialistas apontam o corretor como agente que traduz a cobertura certa em cuidado psicológico efetivo
São Paulo, setembro de 2026 — O Brasil registrou 546.254 benefícios por incapacidade concedidos por transtornos mentais em 2025, um recorde histórico e uma alta de 15,66% em relação a 2024, segundo o Ministério da Previdência Social. No primeiro semestre de 2026, o volume recuou 13,2% na comparação com o mesmo período do ano anterior, mas ainda soma 232.382 casos, segundo levantamento da Cajuína com base em microdados do INSS. Para especialistas da BlissHub, healthtech que simplifica a operação e potencializa o trabalho dos corretores de saúde, a redução não diminui a urgência do problema, isso porque os números continuam expressivos e mostram que a saúde mental dos trabalhadores não pode depender apenas de campanhas pontuais.
Esse cenário também coincide com a entrada em vigor, em 26 de maio de 2026, da nova redação da NR-1, que passou a exigir das empresas a gestão dos riscos psicossociais no ambiente de trabalho, sujeita à fiscalização e a possíveis autuações. Com as novas exigências, o corretor de planos de saúde ganha espaço na estruturação dos benefícios que ajudam as empresas a lidar com esses riscos.
“É justamente nesse ponto que a BlissHub atua, oferecendo ao corretor ferramentas para comparar, negociar e acompanhar planos com mais agilidade e menos ruído operacional. O corretor deixa de vender apólice e passa a atuar como consultor estratégico. É ele quem ajuda o RH a identificar quais planos oferecem uma cobertura mais adequada às necessidades dos colaboradores e ampliam o acesso ao atendimento psicológico”, afirma Rodrigo Rosalin, Diretor Comercial da BlissHub.
Na prática, esse trabalho envolve comparar a cobertura de psicoterapia e psiquiatria entre operadoras, negociar carências e coparticipações e avaliar recursos como telepsicologia e programas de apoio ao colaborador (EAP). O impacto financeiro também precisa entrar nessa conta.
Nos dois primeiros meses de 2026, os contratos coletivos com até 29 vidas tiveram reajuste médio de 13,48%, enquanto aqueles com 30 vidas ou mais registraram 8,71%, segundo o Painel de Reajustes de Planos Coletivos da ANS. A diferença pesa especialmente para as empresas menores, justamente o segmento em que uma consultoria bem instrumentada faz mais diferença.
O Brasil continua sendo o país com maior prevalência de ansiedade do mundo, com 9,3% da população afetada, segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde. Mesmo após o encerramento do Setembro Amarelo, o cuidado com a saúde mental precisa permanecer no radar das empresas ao longo de todo o ano. Nesse contexto, escolher o plano de saúde adequado é uma decisão de gestão de pessoas, e não apenas de custo.
“Prevenção começa antes da crise e passa, também, pelo contrato que a empresa assina”, completa Rosalin.
Sobre a BlissHub
A Bliss existe para que o corretor de planos de saúde seja tratado como o profissional de alto valor que sempre foi. A estrutura automatiza tarefas operacionais e reduz fraudes na venda de seguros, eliminando a fricção que historicamente consumia o tempo do corretor — com mais precisão e menos erros, tanto para corretores quanto para operadoras. Por meio da Fátima, sua assistente digital de backoffice, a Bliss automatiza geração de cotações, comparação de produtos e emissão de apólices, liberando o corretor para fazer o que só ele pode fazer: construir relação com o cliente. Fundada por Fernando Gonçalves, ex-consultor da Bain & Company e ex-líder de produtos no Nubank, a Bliss opera atualmente em São Paulo e planeja expandir sua atuação para outras capitais brasileiras.

