iTProtect automatiza resposta a incidentes com integração entre Google SecOps e ManageEngine
Nova solução desenvolvida pela equipe de MDR reduz tempo de detecção de ameaças para menos de 10 minutos e amplia a maturidade operacional do SOC
São Paulo, 06 de agosto de 2026 – A iTProtect, empresa especializada em cibersegurança e serviços gerenciados de detecção e resposta (MDR), apresenta uma nova integração desenvolvida por sua equipe de especialistas para automatizar processos críticos do Centro de Operações de Segurança (SOC). A solução conecta o Google SecOps (SIEM) ao ManageEngine (ITSM), eliminando etapas manuais na resposta a incidentes e acelerando significativamente a atuação dos analistas.
A iniciativa ganha relevância em um momento em que os Centros de Operações de Segurança enfrentam uma pressão sem precedentes. O avanço da inteligência artificial tem acelerado tanto a sofisticação quanto a velocidade dos ataques cibernéticos. Segundo o relatório de ameaças da Crowdstrike de 2026, os ataques conduzidos por IA cresceram 89% em 2025, enquanto o tempo necessário para que invasores realizem movimentação lateral nos ambientes corporativos caiu para apenas 27 segundos. Com novos modelos de IA cada vez mais avançados chegando ao mercado, a expectativa é de que esse ritmo continue se intensificando nos próximos anos.
Nesse cenário, as equipes de segurança enfrentam o desafio de lidar com um volume crescente de alertas, ferramentas desconectadas e informações fragmentadas. A falta de contexto em tempo real dificulta a tomada de decisão e amplia o risco de que ameaças relevantes passem despercebidas. Para acompanhar adversários que operam na velocidade das máquinas, os SOCs precisam evoluir para um novo modelo operacional baseado em automação, inteligência e capacidade de resposta em escala.
Antes da implementação, quando uma ameaça era identificada pelo SIEM, um analista precisava abrir manualmente um ticket no sistema de ITSM, inserir informações contextuais e definir a prioridade do atendimento. Além de consumir tempo, esse processo aumentava o risco de inconsistências na classificação dos incidentes.
Com a nova integração, os alertas gerados pelo Google SecOps passam a criar automaticamente tickets no ManageEngine, já enriquecidos com informações relevantes para investigação, como cliente afetado, servidor envolvido e comandos executados. A solução também realiza a classificação automática dos incidentes com base no framework MITRE ATT&CK, além de direcionar cada caso ao analista mais adequado conforme prioridade e disponibilidade.
“O objetivo foi eliminar atividades repetitivas e permitir que nossos especialistas concentrem seus esforços na análise e tomada de decisão. A automação melhora a velocidade da resposta sem abrir mão da expertise humana, que continua sendo essencial para avaliar riscos e impactos ao negócio”, afirma Rafael Oliveira, especialista da equipe de MDR da iTProtect.
Os resultados já demonstram ganhos expressivos. O Tempo Médio de Detecção (MTTD), que anteriormente variava entre 30 e 40 minutos, foi reduzido para menos de 10 minutos, superando de forma consistente o SLA interno de 20 minutos. A centralização das informações também contribuiu para acelerar os processos de escalonamento entre os diferentes níveis de atendimento do SOC, reduzindo o Tempo Médio de Resolução (MTTR).
Outro benefício da integração é a sincronização bidirecional entre as plataformas, permitindo que atualizações realizadas em uma ferramenta sejam automaticamente refletidas na outra. Isso elimina retrabalho, melhora a integridade dos dados e fortalece a rastreabilidade dos incidentes.
Além dos ganhos operacionais, a iniciativa amplia a maturidade do SOC ao viabilizar a geração automática de indicadores estratégicos, como MTTD e MTTR, fornecendo maior visibilidade sobre a eficiência da operação e apoiando a melhoria contínua dos processos.
Esta evolução é particularmente benéfica para órgãos públicos, que lidam com grandes volumes de dados sensíveis e costumam operar ambientes complexos. A automação contribui para melhorar a eficiência operacional dos SOCs e aumentar a rastreabilidade dos incidentes. Serviços financeiros, saúde, energia e utilities também se beneficiam muito desta integração.
O projeto também reforça a visão da iTProtect sobre o futuro dos SOCs. Embora a inteligência artificial e a automação tenham papel cada vez mais relevante, a empresa acredita que a tecnologia deve atuar como ferramenta de amplificação da capacidade humana e não como substituta dos especialistas.
“Acreditamos em um modelo de MDR que combina automação inteligente com proximidade ao cliente. Antes de implementar qualquer tecnologia, buscamos compreender o contexto do negócio, seus ativos críticos e desafios específicos. Esse é o diferencial que garante resultados efetivos e alinhados às necessidades reais de cada organização”, conclui Oliveira.
Sobre a iTProtect
A iTProtect oferece proteção cibernética de ponta, com soluções sob medida e atendimento próximo, garantindo o nível de segurança exato que as organizações precisam para operar com resiliência e eficiência. Estrategicamente localizada em Belém, Fortaleza e na Grande Lisboa, a iTProtect protege organizações em todo o Brasil e Europa, fechando lacunas de segurança cibernética que ameaçam valor, reputação e confiança. Fundada em 2015, em Fortaleza, para preencher uma lacuna no mercado nordestino, a iTProtect nasceu (e se mantem) como uma pure player em segurança da informação em um cenário onde o tema ainda era tratado como secundário. Seu portfólio inclui MSS (Serviços Gerenciados de Segurança), MDR (Detecção e Resposta Gerenciadas), VAR Tenable, Netskope, Idira (Cyberark), entre outras, contemplando gestão de exposição (CTEM), proteção de identidades e acessos e segurança de infraestrutura (nuvem, rede, dados e endpoint), além de governança de segurança e operações de Blue Team e Red Team.



