4 medidas para reduzir os desperdícios invisíveis dentro da indústria
Eficiência operacional, controle de ambientes e revisão de processos podem contribuir para uma operação mais sustentável
Com o crescimento da produção industrial brasileira em 2026, a busca por eficiência ganha espaço nas fábricas. Para acompanhar esse ritmo de forma sustentável, as empresas vêm acelerando seus investimentos em tecnologia: dados da Mordor Intelligence apontam que o mercado de automação industrial no Brasil deve saltar de US$ 11,23 bilhões em 2025 para US$ 11,99 bilhões em 2026, devendo alcançar US$ 16,67 bilhões até 2031. Contudo, para que essa automação traga retorno real, a sustentabilidade precisa ir além de grandes projetos, como energia solar ou frotas elétricas; a tecnologia deve ser aplicada para combater os desperdícios invisíveis da rotina operacional.
“A eficiência operacional é fundamental para reduzir desaproveitamento e tornar a indústria mais sustentável. Antes de investir em grandes projetos, é importante identificar desperdícios que fazem parte da rotina, como perda de ar climatizado, entrada de poeira e umidade, movimentações desnecessárias e falhas de manutenção. Pequenas mudanças, como automatizar acessos, melhorar a vedação e organizar os fluxos da operação, podem ajudar a preservar produtos, economizar recursos e aumentar a eficiência”, afirma Giordania Tavares, CEO da Rayflex, líder nacional na fabricação de portas rápidas industriais.
A seguir, a executiva aconselha as medidas para reduzir os desperdícios invisíveis na indústria. Confira:
- Mapear os pontos de desperdício
Antes de implementar novas tecnologias, é importante identificar dentro da operação onde estão concentradas as principais perdas de energia, temperatura, tempo, movimentação e matéria-prima. Isso pode envolver desde áreas de produção e armazenamento até docas, corredores, acessos e espaços climatizados. “O primeiro passo é entender a operação e identificar onde estão os pontos de maior exposição e desperdício. A partir desse diagnóstico, é possível definir prioridades”, explica a Giordania.
- Controlar a abertura dos ambientes
Em áreas climatizadas, reduzir o tempo de abertura e automatizar acessos pode ajudar a preservar as condições internas e diminuir a troca de ar com o ambiente externo. “Quanto maior o fluxo de pessoas e materiais, maior a necessidade de controlar os acessos para evitar a troca de temperatura e manter o ambiente estável”, comenta.
- Revisar o fluxo de pessoas e materiais
Um layout mais eficiente pode diminuir deslocamentos desnecessários, reduzir tempo de circulação e melhorar a produtividade. “Um fluxo bem planejado reduz movimentações desnecessárias e pode tornar a operação mais eficiente, segura e econômica”, aponta a CEO da Rayflex.
- Investir em manutenção e tecnologia
Manutenção preventiva, automação e monitoramento ajudam a identificar problemas antes que eles resultem em prejuízos. “Sustentabilidade também passa por manter os equipamentos funcionando de forma eficiente. Prevenir falhas é uma maneira de evitar desperdícios e prolongar a vida útil da estrutura”, conclui.
Sobre a Rayflex
Há mais de 37 anos no mercado, a Rayflex é líder nacional na fabricação de portas rápidas industriais. Atua em todos os estados do Brasil e nas Américas, nas indústrias alimentícias, farmacêuticas, automobilísticas, metalúrgicas, no agronegócio, além de galpões e centros logísticos de distribuição. É especializada em portas rápidas, abrigos e niveladoras para docas, desenvolvidos especialmente para isolamento e segurança dos mais variados ambientes industriais e logísticos.



